Sobre o blog

O Cavaleiro do Templo acredita que revolução é obra de doentes mentais, sociais e espirituais. A cultura revolucionária parte de uma certeza absoluta dos revolucionários: "nós somos os melhores seres humanos já nascidos e, portanto, sabemos o que é melhor para todo mundo". Os revolucionários querem mudar o mundo mas o que conseguem é a destruição generalizada e o nivelamento por baixo de toda a sociedade. A cultura revolucionária é a maior desgraça de todos os tempos e a maior de todas as mentiras. Um grupo de pessoas, por mais que se achem ou sejam competentes, não são capazes de construir uma sociedade melhor por decreto. O revolucionário é um psicopata (ou sociopata) e quando parte para a ação política torna-se também um celerado. Para o bem da humanidade a revolução precisa ser extirpada como a um câncer como diz Olavo de Carvalho (aqui, por exemplo).

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Educação no Brasil por Olavo de Carvalho (ano: 2006)

Fonte: COMENTÁRIO CONSERVADOR


Olavo de Carvalho no Bibo Nunes

Published on Oct 08, 2006


Resumo: brasileiro é o povo mais assassino, burro e covarde do mundo.







A demolição das consciências

Fonte: DIÁRIO DE COMÉRCIO



Muito do relativismo e da amoralidade reinantes não são propriamente crenças ou ideologias: são doenças da alma, adquiridas pelo esgotamento da inteligência moral.


Agência Estado - 20/12/2009 - 18h37


Quem tenha compreendido bem o meu artigo anterior, "Armas da Liberdade", deve ter percebido também a conclusão implícita a que ele conduz incontornavelmente: boa parte do esforço moralizante despendido pela "direita religiosa" para sanear uma sociedade corrupta é inútil, já que termina sendo facilmente absorvida pela máquina da "dissonância cognitiva" e usada como instrumento de perdição geral.

Notem bem: moralidade não é uma lista de condutas louváveis e condenáveis, pronta para que o cidadão a obedeça com o automatismo de um rato de Pavlov.


Moralidade é consciência, é discernimento pessoal, é busca de uma meta de perfeição que só aos poucos vai se esclarecendo e encontrando seus meios de realização entre as contradições e ambiguidades da vida.

Sto. Tomás de Aquino já ensinava que o problema maior da existência moral não é conhecer a regra geral abstrata, mas fazer a ponte entre a unidade da regra e a variedade inesgotável das situações concretas, onde frequentemente somos espremidos entre deveres contraditórios ou nos vemos perdidos na distância entre intenções, meios e resultados.

Lutero – para não dizerem que puxo a brasa para a sardinha católica – insistia em que "esta vida não é a devoção, mas a luta pela conquista da devoção". E o santo Padre Pio de Pietrelcina: "É melhor afastar-se do mundo pouco a pouco, em vez de tudo de uma vez".


A grande literatura – a começar pela Bíblia -- está repleta de exemplos de conflitos morais angustiantes, mostrando que o caminho do bem só é uma linha reta desde o ponto de vista divino, que tudo abrange num olhar simultâneo. Para nós, que vivemos no tempo e na História, tudo é hesitação, lusco-fusco, tentativa e erro. Só aos poucos, orientada pela graça divina, a luz da experiência vai dissipando a névoa das aparências.


Consciência – especialmente consciência moral – não é um objeto, uma coisa que você possua. É um esforço permanente de integração, a busca da unidade para além e por cima do caos imediato. É unificação do diverso, é resolução de contradições.

Os códigos de conduta consagrados pela sociedade, transmitidos pela educação pela cultura, não são jamais a solução do problema moral: são quadros de referência, muito amplos e genéricos, que dão apoio à consciência no seu esforço de unificação da conduta individual. Estão para a consciência de cada um como o desenho do edifício está para o trabalho do construtor: dizem por alto qual deve ser a forma final da obra, não como a construção deve ser empreendida em cada uma das suas etapas.

Quando os códigos são vários e contraditórios, é a própria forma final que se torna incongruente e irreconhecível, desgastando as almas em esforços vãos que as levarão a enroscar-se em problemas cada vez mais insolúveis e, em grande número de casos, a desistir de todo esforço moral sério.


Muito do relativismo e da amoralidade reinantes não são propriamente crenças ou ideologias: são doenças da alma, adquiridas pelo esgotamento da inteligência moral.


Em tais circunstâncias, lutar por este ou aquele princípio moral em particular, sem ter em conta que, na mistura reinante, todos os princípios são bons como combustíveis para manter em funcionamento a engenharia da dissonância cognitiva, pode ser de uma ingenuidade catastrófica. O que é preciso denunciar não é este ou aquele pecado em particular, esta ou aquela forma de imoralidade específica: é o quadro inteiro de uma cultura montada para destruir, na base, a possibilidade mesma da consciência moral.


O caso de Tiger Woods, que citei no artigo, é um entre milhares. Escândalos de adultério espoucam a toda hora na mesma mídia que advoga o abortismo, o sexo livre e o gayzismo. A contradição é tão óbvia e constante que nenhum aglomerado de curiosas coincidências poderia jamais explicá-la. Ela é uma opção política, a demolição planejada do discernimento moral.


Muitas pessoas que se escandalizam com imoralidades específicas não percebem nem mesmo de longe a indústria do escândalo geral e permanente, em que as denúncias de imoralidade se integram utilmente como engrenagens na linha de produção. Ou a luta contra o mal começa pela luta contra a confusão, ou só acaba contribuindo para a confusão entre o bem e o mal.


Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

Hino à Proclamação da República do Brasil

Hino à Proclamação da República do Brasil




From: thegabrielnunesbass | 14 de dezembro de 2009

HINO À PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA DO BRASIL

Letra - MEDEIROS E ALBUQUERQUE
Música - LEOPOLDO MIGUEZ

Seja um pálio de luz desdobrado,
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale,
De esperança de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas, na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

Nós nem cremos que escravos outrora,
Tenha havido em tão nobre país
Hoje o rubro lampejo da aurora,
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais, ao futuro
Saberemos unidos levar,
Nosso augusto estandarte, que puro,
Brilha ovante, da Pátria no altar.

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas, na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

Se é mister que de peitos valentes,
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes,
Batizou este audaz pavilhão.
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos,
Heis de ver-nos lutar e vencer.

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas, na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

Do Ipiranga é preciso que o brado,
Seja um grito soberbo de fé,
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia pois, brasileiros, avante!
Verdes louros colhamos louçãos,
Seja o nosso país triunfante,
Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas, na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

REFERENCIAS DE LETRA E MÚSICA: SITE DO EXÉRCITO BRASILEIRO, SITE DA FAB E SITE DO GOVERNO FEDERAL DO BRASIL.

OBS: imagem colhida aleatoriamente na Web.

OUTRO GOLPE PARA AS FARC - E PARA O FORO DE SÃO PAULO, O MOVIMENTO CONTINENTAL BOLIVARIANO...

Baixa de Danilo, outro golpe tático de conotações estratégicas para as FARC


* Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido


A surpreendente operação combinada de unidades de superfície da Polícia Nacional com apoio de fogo aerotático da Força Aérea contra uma guarida da nona quadrilha das FARC em San Roque, Antioquia, a qual lançou como resultado a baixa em combate de dez terroristas, dentre eles “Danilo”, cabeça do bando, soma-se como outro golpe tático de conotações estratégicas, à seqüência de ações transcendentais da Força Pública contra as estruturas terroristas das FARC.


Ao comparar o relativo poder de combate das forças em contenda, fica claro que as baixas e capturas dos cabeças, iniciados com a certeira operação contra Martín Caballero até dezembro de 2009, produzem um balanço muito favorável para a Colômbia e o governo nacional, e indicam que a retirada estratégica das FARC, ordenada pelo Secretariado desde muito antes do Plano Renascer, minguou o espírito e a capacidade combativa dos terroristas, gerou deserções e permitiu que a Colômbia manobre a iniciativa operacional contra seu inimigo interno.


Soma-se ao que foi dito acima, o oportuno uso e a vantagem que a Polícia Nacional tirou para bem da ofensiva institucional, já que em boa parte o acesso à cadeia de custódia dos computadores apreendidos pela Força Pública dos cabeças das FARC, foi a fonte primária para coordenar e lançar novas e exitosas operações contra as estruturas armadas das FARC e, em particular, contra os cabeças que por anos assolaram regiões e pareciam imbatíveis.


Com mais de 20 anos de militância terrorista, Danilo era o terror do campesinato no sul oriental e parte do norte oriental antioquenhos. Desde sua já distante participação no assalto e destruição de parte da planta cimenteira de Rio Claro em Puerto Nare em 1987, até a data de seu falecimento, Danilo era o mesmo terrorista que chegou no começo dos anos oitenta a San Rafael, Antioquia, acompanhado pelo negro Filemón do Partido Comunista, junto com Caicedo, Olimpo, Camilo, Joaquín e “os vallunos” [1], com a finalidade de organizar as milícias bolivarianas, as lojas comunitárias e os projetos agrícolas comunistas com os mineiros do rio Nare até a semana passada, foi o terror dos habitantes dessa região.


Fora dos prontuários que as autoridades tinham contra ele, Danilo acumulava assaltos a mão armada na rodovia Medellín-Bogotá recrutamento de menores assalto aos municípios de Granada, Cocorná, San Luis e San Carlos assassinatos de lavradores em El Peñol, Caracolicito, San Roque, San Rafael e San Carlos extorsões na mesma zona seqüestros de fazendeiros tráfico de estupefacientes instalação de blitz ilegais desterro de camponeses assassinatos de soldados e policiais furto de armas e uniformes de uso privativo das Forças Militares atos terroristas nas hidrelétricas de Jaguas e Punchiná derrubada de torres de energia, etc.


Danilo era um delinqüente-chave para a projeção estratégica das FARC no sul oriental antioquenho, e por suas condições delitivas era um terrorista com projeção dentro do auto-denominado “Estado-Maior das FARC”, inclusive com possibilidades de chegar a pertencer à elite criminosa do Secretariado. Por razões óbvias, com muito hermetismo as FARC guardaram discreto silêncio a respeito de sua morte, pois é um golpe tático que sacode a espinha dorsal do grupo delitivo e um paradigma para convidar os demais cabeças de frentes a que desertem e entreguem os computadores, os documentos, as armas, os rádios, o material de intendência e as rotas do tráfico de estupefacientes que cada estrutura farianamanipula, pela simples razão de que, se continuar assim, a guerra está perdida para as FARC.


Por outro lado, é a persistente referendação aos demais terroristas que nem são imunes e que, além disso, tampouco têm locais seguros nas áreas de ingerência, pois além do óbvio cansaço da população civil com a presença intimidante dos bandidos em suas aldeias, cresce o nível de insatisfação e inquietação dentro das guerrilhas, razão pela qual há deserções, ciúmes dos comandos, desconfianças mútuas, fuzilamentos, delações e recorrente recrutamento de menores de idade, dado que os jovens camponeses com mais maturidade não se deixam enganar.


Frente a essa realidade, os cabeças do Secretariado acudiram a dois estratagemas bem claros. Na frente interna, o aumento da militância urbana e a manipulação da libertação dos seqüestrados, graças à dupla moral dos membros do Partido Comunista Clandestino incrustados nos mal chamados “Colombianos pela Paz”.


E no plano internacional, o apadrinhamento e apoio dos governos de Cuba, Nicarágua, Venezuela, Equador, Bolívia, Paraguai, Argentina, Irã e Brasil, em uníssono com os cantos de sereia do Movimento Continental Bolivariano.


A situação tática e estratégica apresenta uma enorme possibilidade de guerra psicológica a favor do Estado colombiano. Este é o momento exato para as Forças Militares e da Polícia desatarem em toda a Colômbia uma intensa campanha de propaganda com volantes, emissões de rádio, televisão, internet e comunicação cara a cara com camponeses, estudantes, presidentes de ação comunal, líderes religiosos, etc., para convidar os terroristas a que se desmobilizem sob pena de correr a mesma sorte de Danilo e seus guarda-costas.


Este trabalho não pode ser isolado. Deve ser excessivo com a publicação de textos impressos, com testemunhos de ex-guerrilheiros desmobilizados, de camponeses que residem em zonas liberadas do flagelo terrorista, com fotos, com charges, etc.


E ao mesmo tempo, que os cônsules, embaixadores e demais plenipotenciários cumpram com o dever patriótico de defender a Colômbia. Que saiam da comodidade de seus gabinetes e horários burocráticos, que sem começar a pedir diárias e saídas especiais, estruturem conferências e reúnam material de vídeo, áudio e impresso, traduzido a outros idiomas, para que possam ir a universidades, centros de estudo político, ONG’s, parlamentos, chancelarias, etc., para mostrar a realidade do que é o narco-terrorismo e quais são os alcances e capacidades da Força Pública na luta contra este flagelo.


Senhor Presidente Uribe, senhor Ministro da Defesa, senhores generais, a oportunidade estratégica está dada para desvertebrar por completo os remanescentes armados das FARC. Lembrem que quando o M-19 se rendeu estava quase nas mesmas condições das FARC, com muito pouca capacidade de resposta militar à pressão militar, porém com vários terroristas incrustados em organismos-chave que lhes permitiam publicidade midiática e manipulação política.


Lembrem, também, que pela falta de patriotismo e a dupla moral do extinto ex-presidente Alfonso López o ELN ressurgiu das cinzas em Anorí. Do mesmo modo que sucedeu quando o condescendente presidente Andrés Pastrana autorizou helicópteros para tirar os terroristas do cerco tático dirigido pelo general Canal na Terceira Brigada. A história militar e a experiência operacional ensinam que a exploração do êxito é a parte mais contundente da guerra pois, do contrário, como dizia Shaka Zulu: “O inimigo salta pelas costas e lhe morde a nuca”.


Não esqueçam que a guerra psicológica é a vitória da mente sobre a espada, e que o objetivo final da guerra é desarticular por completo a capacidade bélica do adversário.


Sem baixar a pressão militar que, pelo contrario, deve aumentar nesta etapa crucial, uma forte dose de ação psicológica sustentada e estruturada como campanha integral, pode contribuir para o desbaratamento final, para o golpe de misericórdia que a Colômbia tanto espera, para que não haja mais curingas de “Colombianos pela paz” brincando com a dor das vitimas do seqüestro e de seus familiares. E como segunda medida, para que os governantes comunistas da vizinhança aterrissem e se dêem conta de que, nem a Colômbia vai se integrar ao embuste escravagista de Fidel Castro e seus peões, nem as FARC poderão ter representatividade política com suas ações terroristas.


[1] Pertencente ou natural do Valle del Cauca, na Colômbia.


* Analista de assuntos estratégicos - www.luisvillamarin.com


Tradução: Graça Salgueiro

COMUNICADO DE UNOAMÉRICA - BRASIL





COMUNICADO DE UNOAMÉRICA - BRASIL



Face às inúmeras tentativas oriundas de diversas ONGs e entidades da 'sociedade civil' supostamente 'neutras', como a OAB e suas Regionais de reformar a Lei de Anistia, promulgada para pacificar a Nação Brasileira, tornando-a assim um instrumento revanchista para demonizar e crucificar nossos dignos militares que salvaram o País do destino terrível de se transformar numa nova Cuba de dimensões continentais, enquanto terroristas, guerrilheiros e assassinos auferem lucros imensos com indenizações como beneficiários da referida Lei, UNOAMÉRICA-BRASIL se pronuncia oficialmente, através de seus Delegados Nacionais.

Consideramos que estas tentativas estão inseridas na estratégia continental do Foro de São Paulo para desmoralizar as Forças Armadas da América Latina e as entidades civís que as apoiaram aqui em 1964, estas últimas já totalmente intimidadas a ponto de não se manifestarem. Não negamos que houve excessos, mas condenar as Forças Armadas como um todo e isentar terroristas e guerrilheiros de suas ações nefastas, tornando-os impunes por combater 'pela democracia' quando sabemos que sua intenção não era nada democrática mas visava implantar o comunismo no Brasil, é falsificar a história e deturpar a visão dos brasileiros, principalmente da juventude, sobre os fatos ocorridos há mais de quarenta anos. A condenação prévia a qualquer julgamento, como vem ocorrendo com alguns oficias denominados 'torturadores' antes de serem assim considerados pela Justiça, baseada unicamente em depoimentos e testemunhos dos interessados em levá-los à execração pública, é particularmente revoltante.

Esta estratégia vem dando certo nos demais países de nosso Continente com retubantes pseudo-julgamentos, particularmente na Argentina e no Uruguai, nações hoje dirigidas por terroristas Montoneros e Tupamaros, respectivamente, além da Colômbia que, apesar de contar com um presidente que honra, respeita e exalta seus militares e suas Forças Militares, tem hoje infiltrados das FARC e do falido M-19 nos mais altos escalões da Justiça que estão invertendo a História e condenando a longas penas seus heróis nacionais.

Condenamos tais iniciativas e esperamos que as mesmas não tenham êxito no Brasil.

21 de dezembro de 2009



GRAÇA SALGUEIRO

HEITOR DE PAOLA


Delegados nacionais de UNOAMÉRICA

Fracasso da Conferência de Copenhague

Fonte: VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO
sábado, 19 de dezembro de 2009


O pano desceu, o show acabou. Os chefes de Estado e governo de 119 países dispersaram-se em desordem.

Nem ficaram para tirar a “foto de família” de praxe invariável nestes eventos.

Copenhague, que costuma ter temperaturas mitigadas em tempo de Natal, via o frio e a neve baterem recordes.

No auge da luta contra o “aquecimento global”, Obama anunciou que precisava voltar de pressa porque uma formidável nevasca avançava sobre Washington.

E, de fato, no vídeo da chegada na base Andrews da Força Aérea, mal se discerne o poderoso Air Force One taxiando no terminal.

Não faltaram, e até foram muitos os comentários em sites americanos, sobre a coincidência da tempestade e da frustração do projeto insano da reunião de Copenhague. Como se a mão de Deus tivesse parte...


Os presidentes Obama e Lula, mais os representantes da China, Índia e África do Sul consensuram um texto de duas folhas e meia que, quando apresentado ao plenário, foi vaiado por boa parte dos presentes.

A reunião que deveria ter terminado às 15 hs da sexta-feira alastrou-se até o amanhecer de sábado.

No fim nem hot-dog havia para comer, e os ativistas das ONGs estrebuchavam de furor pelo fracasso espetacular da reunião.

Desde Cuba, Fidel Castro tripudiou contra os “ricos”, fazendo um defasado duetto com a ardida mas infrutífera arenga final do presidente Lula.


Quase pedindo perdão pelo fiasco o presidente dinamarquês da assembléia rogou aos presentes que concordassem pelo menos em “tomar conhecimento” do texto. Isto feito, de madrugada a reunião foi extinta, sem documento final.

Acabou tudo?

É pouco provável. Não estamos diante de uma onda razoável, mas sim diante de uma estranha "religiao", sem Deus e com socialismo.

Já há novos encontros programados para 2010 visando resolver o impasse.

Mas, o mundo civilizado e não-socialista respira aliviado e se prepara para passar o Natal com esse pesadelo afastado, ainda que temporariamente, da Terra.

Olavo de Carvalho - A intelectualidade da educação esquerdista (1) - True Outspeak 07/12/09

Por que o brasileiro médio é um "papa-lixo"? Muito fácil: é porque é lixo o que recebe desde pequeno.

E o resultado disto?

As pesquisas mostram que não é só o médio que rola no chiqueiro. Ouça e leia. A pesquisa está logo abaixo dos vídeos:






03/12/2009 - 09:03 - ATUALIZADO EM 03/12/2009 - 09:03

32% dos brasileiros com ensino superior não são plenamente alfabetizados

Pesquisa indica que educação básica melhorou, mas qualidade dos cursos universitários pode estar caindo

DANILO VENTICINQUE

Agência O Globo
AVANÇO
A universalização do ensino básico diminuiu o analfabetismo funcional. Agora, é preciso melhorar a qualidade da leitura

Se você consegue ler e interpretar um texto como este, você faz parte de uma elite no Brasil: o seleto grupo dos plenamente alfabetizados. Segundo a pesquisa Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgada pelo Ibope nesta semana, apenas 25% da população brasileira se enquadra nesta categoria – e o número não deve crescer tão cedo.

Realizada desde 2001, a pesquisa avalia a capacidade de leitura de textos e aplicação de operações matemáticas básicas de brasileiros entre 15 e 64 anos. Neste ano, foram entrevistadas 2.000 pessoas em regiões rurais e urbanas de todo o país.

Ao contrário da alfabetização básica (capacidade de entender textos curtos), que cresceu 9% desde 2007, a alfabetização plena parece estar fora do alcance do sistema educacional brasileiro. Essa contradição aparece no estudo com um misto de boas e más notícias: por um lado, a porcentagem de analfabetos funcionais no país chegou ao seu menor patamar da história (28%). Por outro, o número de brasileiros plenamente alfabetizados não só deixou de crescer como caiu 3% em relação a 2007. Desde o início da década, o índice permanece estagnado, apesar dos avanços em todos os outros níveis de alfabetização.

De acordo com o relatório da Inaf, o problema atinge até as universidades: 32% dos brasileiros com ensino superior completo ou incompleto não podem ser considerados plenamente alfabetizados. "O número é assustador", afirma a pesquisadora Vera Masagão, uma das coordenadoras do estudo. "Ele mostra que, com a popularização do ensino superior, a qualidade pode estar caindo."

Na teoria, o ensino médio completo bastaria para que qualquer pessoa fosse capaz de compreender e interpretar textos longos. Na prática, menos da metade dos alunos comprovaram essas capacidades. "Isso tem a ver com a qualidade da escola, que é insuficiente e não garante um aprendizado mínimo", diz Vera.


Ela afirma que, caso as tendências atuais se mantenham, o analfabetismo funcional deve continuar a cair de forma acentuada – principalmente entre pessoas de baixa renda, que antes não tinham acesso nem mesmo ao
ensino fundamental. Para diminuir o abismo entre a alfabetização básica e a plena, no entanto, o acesso não é o bastante: é preciso investir na qualidade.

Os quatro níveis de alfabetização, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional:
Analfabetismo

Não conseguem realizar tarefas simples que envolvem a leitura, embora consigam ler números familiares (telefones, preços, etc.).

Alfabetismo rudimentar

São capazes de localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares (como um anúncio ou pequena carta), ler e escrever números usuais e realizar operações simples, como manusear dinheiro para o pagamentos. São considerados analfabetos funcionais.

Alfabetismo básico

Leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo que seja necessário realizar pequenas inferências e resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações. No entanto, mostram limitações quando as operações requeridas envolvem maior número de etapas ou relações.

Alfabetismo pleno

Conseguem compreender e interpretar textos longos, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Quanto à matemática, resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas, mapas e gráficos.

Confecom para quê?

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA


Existe uma pedagogia da Confecom para os amantes da sociedade aberta. Essa pedagogia ensina que não mais os valores tradicionais poderão viver de sua inércia. Eles terão agora que ser defendidos nos mesmos termos e no terreno em que são atacados, no campo da mobilização política.


O balanço final da Confecom revela vitória total dos seus idealizadores, pois os trabalhos chegaram a bom termo, com a chancela de um segmento empresarial importante. Celso Schröder, do
FNDC - Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, me disse que agora os movimentos populares terão substância para pressionar o Congresso Nacional na busca de transformar as "propostas" em marco legal. Provavelmente veremos acontecer uma grande mobilização no Ano Novo. No âmbito do Executivo tudo que depender de decretos e portarias poderá ser implementado, mesmo que contrarie o mercado e a sociedade aberta.


Existe uma pedagogia da Confecom para os amantes da sociedade aberta. Essa pedagogia ensina que não mais os valores tradicionais poderão viver de sua inércia. Eles terão agora que ser defendidos nos mesmos termos e no terreno em que são atacados, no campo da mobilização política. Dentro dessa visão caberá aos meios de comunicação estabelecidos o papel central na defesa do livre mercado. Lamentavelmente os empresários do setor comportam-se como se nada tivesse acontecido e que a gigantesca mobilização em torno da Confecom foi algo como fogo fátuo. Um engano notável.


O mal político não se corrige automaticamente, necessitando da ação dos homens lúcidos e moralmente elevados. É o tempo de agir.


Mesmo o Estadão, que nos últimos dias quebrou o silêncio e escreveu lúcido editorial, na edição de hoje ("
Exumação de uma ameaça"), a pretexto de criticar acabou por ocultar o essencial da Confecom: "as restrições à liberdade de imprensa se intensificaram assustadoramente nos países vizinhos - da Argentina à Venezuela, passando pela Bolívia e o Equador. Mais uma razão para levar a sério a nova sortida da Fenaj, em que autoritarismo e corporativismo se combinam de forma ominosa para manietar a mídia". O jornal se recusa a usar a expressão Foro de São Paulo para designar essa orquestração continental contra a liberdade. Ao fazer isso, presta um grande desserviço aos leitores e ao país, desarmando os espíritos.


O jornal O Globo, que ignorou os preparativos e a própria Confecom, hoje publicou o editorial "Cartas Marcadas", em que denuncia a má fé: "
Encerrada ontem, a Confecom, como previsto, aprovou propostas que vão contra a liberdade de imprensa e expressão, procuram intervir nas redações e criar obstáculos à ação da iniciativa privada nos meios de comunicação. Todos projetos de vezo inconstitucional".


A Rede Globo é o principal alvo dos revolucionários, aliados à Telebrasil e à Abra. Caberia à Globo, até por um imperativo de sobrevivência, liderar uma campanha para desacreditar os bolcheviques, e não se escorar nessa visão falsamente jurídica da questão, que é política. Não fará isso, todavia. Todos conhecem a fragilidade e a dependência da Rede Globo para com o poder estabelecido. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, é essa a tragédia para a qual caminha o tradicional grupo carioca.


A Folha de São Paulo também guardou silêncio e só hoje deixou sair uma reportagem bastante acanhada, que esconde o substantivo e até elogia os trabalhos: "
Sindicatos rejeitam redução de impostos sobre banda larga", como sub-título "Propostas consideradas ainda mais polêmicas, que tratavam do controle social da mídia, acabaram sendo derrubada em votação". O sub-título mente descaradamente, como podemos ler no site do FNDC resumindo o que foi aprovado: "Controle social e participação popular: a proposta estabelece uma "garantia de mecanismo de fiscalização, com controle social e participação popular" no financiamento das emissoras e nos conteúdos de promoção de cidadania, no cumprimento de "percentuais educativos" e de produções nacionais. Durante o debate em plenário, a Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra) disse que já existe uma forma de fiscalização por parte do governo; para o representante da sociedade civil, a proposta abre a possibilidade para maior participação da sociedade nos meios de comunicação".


Como podemos ver, nem os principais atores, que deveriam estar engajados na luta contra a tirania, estão de fato se engajando na própria defesa. Por conta disso, posso dizer que os idealizadores conseguiram uma ampla vitória: levaram a bom termo a Confecom, mostraram grande capacidade de mobilização, de articulação (seduziram um segmento importante do empresariado) e têm agora 672 "propostas" aprovadas, prontas para servirem de apoio ao seu proselitismo.


Para que a Confecom? Para uma única coisa: instituir a tirania nos meios de comunicação e, por essa via, pavimentar a instalação da tirania institucional no Brasil.

A fraude do aquecimento global desmascarada em emails



Globo fazendo das suas peripécias ou como não tornar verdadeira a verdade...


Abaixo vão ouvir o que seria uma tentativa de justificar o uso da palavra "truque". Pois bem, INDEPENDENTE da justificativa ser válida ou não, tem algo MUITO MAIS GRAVE que não poderia com facilidade ser encaixado na categoria "fora de contexto". O sujeito diz no e-mail "...PARA ESCONDER O DECLÍNIO (DA TEMPERATURA GLOBAL)".

A frase toda, segundo a Globo é esta:

- "Apliquei um truque para AUMENTAR as temperatturas reais de cada série dos últimos 20 ANOS para ESCONDER O DECLÍNIO".

A Globo faz de conta que existe o restante da frase e não pergunta nem nos faz refletir sobre o assunto mas a coisa aqui é diferente. Meu interesse é fazer acordar, despertar as pessoas que gostam de conhecer, trazer todos para uma briga: precisamos remover das cátedras, da política, da mídia e do meio empresarial CANALHAS como estes.

Este sujeito chama-se PHIL JONES e já recebeu, segundo a "matéria", mais de 10 milhões de DÓLARES para estudar o clima. Os e-mails pertencem à turminha que manda para a ONU os "dados" sobre o aquecimento global.

Viram o tipo de gente que está por trás do aquecimento global causado pelos seres humanos e suas atividades? Usam truques para esconder o que está acontecendo no últimos 20 anos, que é, de fato, uma queda da temperatura global.

A isto, uma queda de temperatura, chamam de elevação de temperatura.


Mas tem mais.


Ainda segundo a "matéria" Al Gore está para perder o Oscar ganho com o "documentário" Uma Verdade Inconveniente.

UnoAmérica cria comissão para investigar assassinato de ativistas



Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA


Ironicamente, em 17 de dezembro de 2009, justo no mesmo dia em que Moya Lara e Graciano foram torturados e assassinados, a Corte Interamericana de Direitos Humanos emitiu uma resolução negando as medidas provisórias solicitadas 22 meses antes pelos defensores de direitos humanos.

Bogotá, 19 de dezembro - A União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, anunciou hoje a criação de uma Comissão Internacional para investigar o vil assassinato dos defensores de direitos humanos, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón, pelas mãos da Frente 34 das FARC, fato acontecido no passado 17 de dezembro.

Moya Lara e Blandón fizeram parte do grupo de afro-descendentes que denunciou na Procuradoria 14 de DDHH (Processo nº 2022) os vínculos existentes entre as FARC e a ONG Comissão Inter-eclesial de Justiça e Paz, liderada pelo sacerdote marxista Javier Giraldo. Além disso, denunciaram o deslocamento forçado e sangrento do qual foi vítima a população afro-descendente da bacia do rio Atrato em 1997 pelas mãos das FARC.


Em 4 de fevereiro de 2008, Moya Lara e Graciano viajaram à Costa Rica, para denunciar ante a Corte Interamericana de Direitos Humanos a ação das FARC e da mencionada ONG
Comissão Inter-eclesial de Justiça e Paz, por suas ações criminosas contra as comunidades afro-descendentes de Curbaradó e Jiguamiandó.


Na mesma audiência, Moya Lara e Graciano solicitaram medidas provisórias para conseguir a proteção do Estado da Colômbia frente às múltiplas ameaças que desde muito tempo atrás se crivavam sobre suas vidas, as de suas famílias e as de seus representantes em Puerto Lleras e Pueblo Nuevo.


Ironicamente, em 17 de dezembro de 2009, justo no mesmo dia em que Moya Lara e Graciano foram torturados e assassinados, a Corte Interamericana de Direitos Humanos emitiu uma resolução negando as medidas provisórias solicitadas 22 meses antes pelos defensores de direitos humanos.


Frente a estes fatos tão deploráveis, UnoAmérica declara o seguinte:


Primeiro
, manifestamos nossa condenação mais enérgica pelo cruel assassinato antecedido de tortura dos defensores de direitos humanos, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón, pelas mãos da Frente 34 das FARC.


Segundo
, instamos a Procuradoria Geral da Nação da Colômbia a investigar os fatos, assim como os possíveis vínculos do sacerdote Javier Giraldo com este massacre.


Terceiro
, denunciamos a omissão cúmplice da Corte Interamericana de Direitos Humanos e a negligência do Estado Colombiano ao não outorgar as medidas provisórias solicitadas oportunamente pelos hoje mártires afro-descendentes, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón.


Quarto
, solicitamos outorgar o status de Alerta Prematuro, com medidas provisórias e de proteção efetiva a favor dos representados por Moya Lara e Blandón, entre eles as 231 famílias pertencentes aos Conselhos Menores de Puerto Lleras e de Pueblo Nuevo, a ao Conselho Menor de Bocas de Curbaradó, assim como as 450 famílias deslocadas representadas pelo "Comitê de Gestão para o Retorno".

Quinto, anunciamos a criação de uma Comissão Internacional para investigar os fatos acima mencionados, a fim de determinar as responsabilidades a que tenham lugar e executar as ações internacionais correspondentes.

Sexto, instituímos o dia 17 de Dezembro de cada ano, dia de luto humanitário em memória dos mártires afro-descendentes defensores dos direitos humanos, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón.

Tradução: Graça Salgueiro

Negação do direito natural à defesa

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA



Há um desconhecimento total do sistema de crenças xi'ita baseado fundamentalmente na doutrina da taqiyya, um dos principais elementos da fé, a lógica religiosa que obriga os fiéis à dissimulação e a esconder suas reais intenções no trato com os infiéis.

Existe uma lei que não está escrita em lugar nenhum além dos nossos corações... Me refiro à lei que estabelece que, se nossas vidas estão ameaçadas por um complô ou pela violência ou por ladrões armados, nossos inimigos, todo e qualquer método que usemos para nos proteger é moralmente certo.
CÍCERO (106-43 AC)

A lei a que se refere Cícero é comum a todos os seres vivos, mas só o Homem tem a capacidade de usá-la de acordo com sua consciência. Freud deu a ela o nome de instinto de vida e atribuiu sua existência à herança genética. Embora a Lei Mosaica inclua o não matarás, a Torah admite a supremacia da defesa da própria vida, dos seus, e dos bens de sua propriedade. Este impulso está tão arraigado em nós que até a lei positiva admite alegítima defesa como fator de absolvição. Esta lei, que vale para todos, parece ter sido revogada para o Estado de Israel e, por extensão, a todo o povo judeu. A revogação não se deu inicialmente em nenhuma instância específica e identificável, como o Partido Nazista, mas através da fórmula I. I. D. I. N., sigla em inglês de Infiltração, (in)Doutrinação, Desmoralização, Intimidação e, finalmente, Normalização (apud Marion Valentine).

O furor anti-judaico, presente em grande parte da história conhecida, refluiu dramaticamente após o conhecimento dos horrores do Holocausto. Mas foi um refluxo do tipo ondas do mar: a ele se segue novo fluxo, geralmente mais forte. Durante o refluxo o furor não mais que permaneceu latente, conseqüentemente mais perigoso ainda. Se a fonte não era identificável o alvo agora sim: não é necessário atacar os Judeus, mas o Estado de Israel [[*]]. Inicialmente foi-se infiltrando na mídia a idéia de que havia um povo ocupando o território e que Israel era um invasor de terra alheia. Criando-se a ficção do 'povo palestino' e infiltrando-a de forma subliminar, mas contínua e maciça, passou-se à fase da doutrinação utilizando-se a idéia mágica da paz. Não se pergunta quem iniciou alguma hostilidade, pois a infiltração da idéia de invasão basta para estabelecer que fosse o invasor. O argumento de que Israel foi desde sua fundação e diversas vezes depois invadido já está estabelecido como somente campanhas de retomada de território ocupado. O obstáculo à 'paz', como bem maior da humanidade', é sempre o invasor, Israel.


Mas Israel se defende, seguindo aquela lei que está 'em nossos corações'. Então é preciso seguir para a fase de
desmoralização: toda ação defensiva de Israel passa a ser, por princípio, imoral por ser 'desproporcional', contra um povo faminto, pobre, maltrapilho e verdadeiro dono do território. Episódios lamentáveis ocorrem em qualquer guerra, mas assimetricamente aqueles perpetrados pelos 'palestinos' estão desculpados in limine, enquanto os que ocorrem por tropas da Tzahal são genocidas. Sabra e Chatila foi um prato cheio. A mais cruel campanha de desmoralização mostra os soldados de Israel com a suástica e compara a guerra contra um povo pesadamente armado pelos 'irmãos' árabes e pelos países ocidentais com o Holocausto.


Preparado o terreno parte-se para a
intimidação: resoluções da ONU, condenações da 'comunidade internacional', investigações e relatórios falsos tentam acuar o Estado Judeu do qual se exigem concessões covardes e indignas em nome da 'paz', subserviência a 'obrigações internacionais' abjetas, e conseguem eco dentro da própria comunidade judaica, como o movimento Paz Agora.


Após décadas submetida a este processo a população mundial - e até mesmo dentro de Israel - já não consegue assimilar informações realísticas sobre a situação na região: é o estágio final, a
normalização: a condenação a Israel, prévia a qualquer julgamento da consciência e exame da situação, tornou-se a norma.


As ameaças iranianas de provocar um novo Holocausto pareciam que podia reverter o quadro, mas não: existe o horror, sim, mas por trás há uma frasezinha não falada:
se Israel não existisse...! Além do que, as ameaças são atribuídas à 'loucura' de um líder e não à própria natureza do Islam xi'ita. Os protestos contra Ahmadinejad são baseados na crença que se ele cair e o governo iraniano for outro, as coisas se passarão diferentemente, pois outro seria mais confiável. Há um desconhecimento total do sistema de crenças xi'ita baseado fundamentalmente na doutrina da taqiyya, um dos principais elementos da fé, a lógica religiosa que obriga os fiéis à dissimulação e a esconder suas reais intenções no trato com os infiéis.


Não dá mais para esperar, ou Israel ataca as instalações nucleares iranianas imediatamente ou há grandes chances de que as ameaças se concretizem.


_________________
Nota:

[*] Estou me referindo ao Ocidente, momentaneamente deixando de lado o Islam, pois minha idéia aqui é mostrar o fenômeno da hipocrisia e não a condenação aberta.

Aliomar Janjaque, cubano gay desaparecido

Fonte: GAYS DE DIREITA
DOMINGO, 20 DE DEZEMBRO DE 2009


Como é de conhecimento dos nossos leitores, o cubano ALIOMAR JANJAQUE CHIVAZ, que já escrevia como correspondente para diversos sites independentes de notícias sobre Cuba ao redor do mundo (mantidos por exilados cubanos que conseguiram escapar do manto da maldição castrista), passou a escrever relatos também para o blog GAYS DE DIREITA, aqui traduzidos e publicados com muito gosto e prazer. Os leitores já devem ter percebido que faz algum tempo que não publicamos mais, assim como outros sites, nenhum artigo do Aliomar. Perdemos inclusive o contato com ele.

As propagandas mentirosas feitas pelo CENESEX, órgão da ditadura castrista mantido por MARIELA CASTRO ESPÍN, nunca revelaram a realidade de como homossexuais são tratados na ilha-prisão de Fidel Castro. Preocupado em fazer vigorar a verdade, Aliomar se colocou à nossa disposição, demonstrando que a face do terror comunista muda de maquiagem mas nunca se esconde. Jovens homossexuais sendo expulsos das escolas, humilhações de todos os tipos, ameaças de morte, encarceramento sem direito a advogado, gays sendo condenados por estarem “suscetíveis a cometer crimes no futuro”, vigilância ostensiva em locais de encontro de LGBTs, multas e cadeias para casais do mesmo sexo que se abraçam ou se beijam em via pública, expulsão de gays de universidades, torturas, entre outros crimes, compõem os fatos vividos no dia-a-dia insuportável de quem tem que agüentar a Família Castro e baixar a cabeça para quem governa sem escrúpulos e com sede de poder. O que está acontecendo em Cuba hoje faz com que o caso Stonewall pareça um verdadeiro conto de fadas.

Diante desta realidade, Aliomar, membro da Fundação Cubana LGBT Reinaldo Arenas, organizou-se com outras centenas de homossexuais espalhados por Cuba reivindicando direitos, sobretudo o direito à liberdade. Realizou atividades culturais para afrontar o regime, driblar o sentimento de medo e zombar das ameaças feitas pelos órgãos de repressão (a Polícia Nacional Revolucionária Cubana e a Agência de Segurança de Estado Cubano). Tais esforços surtiram efeitos, já que os homossexuais começaram a tomar coragem de zombar do regime, desobedecendo aos policiais “revolucionários” quando estes lhes ameaçavam. Foi então que a ditadura cubana percebeu o “perigo” representado por pessoas.

Enquanto muitos se perguntam sobre a veracidade das informações repassadas durante os poucos anos que se manteve como correspondente, o próprio CENESEX não nega mais a existência de Aliomar e da Fundação Cubana LGBT Reinaldo Arenas. A diferença está nos discursos de Mariela Castro Espín, filha de Raul Castro e sobrinha de Fidel Castro que, nos últimos anos, tem procurado ganhar prestigio como uma mulher “protetora dos homossexuais” e “interessada nos seus direitos”, lançando ao mundo uma mensagem “revolucionária” de tolerância sexual, cuja fragilidade foi revelada por Aliomar.

Sempre esteve presente no imaginário das pessoas que as perseguições contra gays em Cuba eram reais, mas também sempre houve pouquíssimas informações detalhadas sobre como os gays e lésbicas eram tratados naquela ilha. Quando havia, essas informações eram bastante genéricas e nada conclusivas. É compreensível que vários comunistas ao redor do mundo tenham se esforçado em desacreditar as afirmações daqueles que disseram, com imenso valor da verdade, que gays são colocados em campos de concentração como medida de contenção do avanço da AIDS e também como meio de “transformá-los em machos” por meio do trabalho pesado e escravo. Após prestar tantos serviços valiosos, o governo cubano compreendeu finalmente que não conseguirá mais atrair o turismo homossexual estrangeiro se não tomasse medidas contra Aliomar.

Desde o dia 3 de novembro de 2009, o blog GAYS DE DIREITA e outros sites mantidos por cubanos exilados e de grupos de militância homossexual ao redor do mundo não recebem mais informações de Aliomar. Nestas circunstâncias, acreditamos que nosso correspondente esteja morto ou, na melhor das hipóteses, preso. Antes desta data, era comum que ele nos enviasse pelo menos um ou dois emails por semana. Depois disto, não temos mais tido nenhuma resposta.

O atual cenário não poderia ser mais terrível. Afirmar que Fidel Castro deve apenas “pedir desculpas pelo que fez aos homossexuais”, como alguns militantes gays afirmam, equivale a dizer “eu gosto de Fidel Castro e ele praticamente não merece nenhuma punição relevante”.

Uma pessoa como Aliomar, que anseia ver seu país livre, encontra pouco apoio de organizações homossexuais espalhadas ao redor do mundo que, mesmo tendo representantes dentro da ONU, não emitem nem uma nota sequer de repúdio contra a ditadura cubana. Infestadas por homossexuais de esquerda, tais organizações até preferem que esses fatos nunca venham à tona a ter o sonho de “reformar a sociedade” dizimado por uma cruel e infeliz realidade anti-libertária.

Se não podemos recorrer aos próprios grupos homossexuais por aí espalhados, então não nos resta alternativa senão relatar o ocorrido para os nossos próprios leitores. Não podemos ficar em silencio diante de tanta hipocrisia e solicitamos que esta mensagem chegue ao maior número possível de pessoas para que se informem sobre o que está acontecendo e se coloquem contra tais arbitrariedades genocidas e criminosas da Família Castro, de modo que o governo cubano acabe, de alguma forma, sendo pressionado a libertar e a parar de perseguir a população homossexual em Cuba e seus demais cidadãos.

Para finalizar, apresentamos aqui uma nota do CENESEX, repleta de mentiras descaradas, para que o leitor constate o nível baixo desse tipo de gente (difícil pensar que sejam humanas).

-x-x-x-

COLEGAS e seus aliados mercenários: independentes?

Em meio a uma escalada de ações contra a Revolução Cubana - temperado pelas incursões dos mercenários da blogosfera, as supostas greves de fome y los plantes de Marta Beatriz Roque – a organização espanhol COLEGAS e a intitulada "Fundação [Cubana LGBT] Reinaldo Arenas in Memoriam" – produto da repartição de interesses dos Estados Unidos da América em Cuba e da Coalisão Unida da Flórida – voltam a atacar o trabalho do CENESEX e de outras instituições que trabalham pelo respeito à livre e responsável orientação sexual e a identidade de gênero.

Tudo parece indicar que com a administração de Obama, estes personagens têm recebido a orientação de justificar mais ativamente as milhonárias somas que empregam na guerra suja e midiática contra Cuba.

No último 4 de novembro a organização COLEGAS (de lésbicas, gays, bissexuais e trangeneros) emitiu em Madri um comunicado de imprensa no qual denunciava e deu crédito a “Fundação [Cubana LGBT] Reinaldo Arenas” diante da suposta prisão de seis homossexuais cubanos, além de uma cifra de milhares de detenções similares entre 2007 e 2008. As esmagadoras “estatísticas” apresentadas ia morrer de inveja a muitas organizações de direitos humanos no mundo sobre a questão do acompanhamento e monitoramento, quando também lançou dúvidas sobre a alegada falta de visibilidade de gays cubanos.

Nestes relatórios associa-se a homossexualidade como qualquer ato criminoso e ninguém [do COLEGAS] pode provar que as causas de tais supostas detenções tenham sido pela orientação sexual ou pela identidade de gênero. Mentir é tão obsessivo que é infinitamente repetida no relatório de três ou quatro indivíduos que não representam em todo as lésbicas, gays, bissexuais e transexuais cubanos.

Se refrescarmos a memória histórica, vale a pena destacar que o auto intitulado líder da Fundação [Cubana LGBT] Reinaldo Arenas, Aliomar Janjaque Chivaz, como recentemente em 2007 era pago pelo poder imperial, mas se reportava como "jornalista independente”e Diretor do Bureau de Informação da Coalisão Juvenil Martiana. Este personagenzinho, o próprio relatou uma paródia do sistema de segurança do Aeroporto Internacional José Martí, que em um alegado desvio de fundos financeiros no Hospital Psiquiátrico de Havana.

Entretanto, seu “âmbito informativo” mudou como camaleão para os direitos LGBT em junho de 2008, quando imitou a “Primeira Marcha de Orgulho Gay de Havana”, com um comunicado de imprensa anunciando o apoio logístico e financeiro da Unidade de Coalisão da Flórida e das sete “organizações LGBT”que participariam, as quais foram criadas subitamente para tal. Evidentemente, tal desespero respondeu a uma reação histérica e impotente da contra-revolução, diante do êxito e histórico desempenho da “Primeira Jornada Cubana contra a Homofobia”, que as instituições oficiais e ONGs do país celebraram um mês antes no Pabellón Cuba de La Habana.

A aplacada teve mais jornalistas que participantes – apenas dois – e, para maior desprestígio, tinham disponibilizada uma atividade festiva em uma “residência diplomática” de Havana para o fim da marcha frustrada. Para ninguém é um segredo que se tratava de um posto de comando de operações na residência do encarregado de negócios da Oficina de Interesses dos Estados Unidos.

É oportuno manter a memória histórica para transmiti-la também aos antecedentes preocupantes da organização ‘independente” COLEGAS, a qual – fazendo uso de um evidente travestismo político – recebeu ajuda diante de suas dificuldades financeiras e é aliada ao Partido Popular (franquista) e da comunidade anticubana residente na Espanha. Não é de se estranhar que também foram beneficiados por um aliado, a máfia de Miami, Esperanza Aguirre, presidente da Comunidade de Madri, com sua junta diretiva se dedica sistematicamente a desacreditar – no pior estilo mal-arranjado – não apenas Cuba, mas também outras organizações LGBT espanholas.

Em Janeiro de 2008 COLEGAS coordenou, com fundos da Comunidade de Madri e com apoio do Partido Popular, umas jornadas denominadas “Cuba: Revolução e Homossexualidade”, nas quais montaram uma festa de calúnias contra nosso país por parte de um grupo de fama contra-revolucionária radicada na Europa, entre eles Zoé Valdés, Ernesto Gutiérrez Tamargo, Luis Margol e, é claro, o presidente desta organização, Rafael Salazar.

COLEGAS também protagonizou a concentração “Cuba, 50 anos sem liberdade”, junto à Frente Nacional (partido ultra-direita e franquista, que propunha a expulsão massiva de cidadãos estrangeiros e não oculta suas posturas homofóbicas). Particularmente chama a atenção que COLEGAS, ademais, defendeu publicamente o Estado de Israel no massacre perpretado no início de 2009 contra o povo palestino, na Faixa de Gaza.

Com esses antecedentes, com que moral COLEGAS se atribui o direito de denunciar uma presunçosa violação dos direitos humanos em Cuba?

O Centro Nacional de Educação Sexual – CENESEX) e os ativistas LGBT que colabora com o Centro rechaçamos categoricamente o conteúdo das declarações dirá por esta organização sobre o nosso trabalho. Consideramos que são mostras de arrogância, desrespeito, ódio e o enfoque politizado com que se pretende manipular a realidade das pessoas LGBT em Cuba.

O CENESEX está disposto a dialogar com temas relacionados com os direitos humanos LGBT em um clima proveitoso de intercâmbio, irmandade, respeito e reconhecimento mútuo; porém jamais utilizaremos nem permitiremos o descrédito, o oportunismo, a mentira, nem o duplo-discurso sobre o desempenho do nosso trabalho, muito menos se provem de organizações mercenárias, que não são mais do que pontas de lança de Partidos fascistóides e de políticas imperiais.

Aos transexuais cubanos que por delitos comuns haviam cumprido sentença penal, foram-lhes garantido atenção gratuita por nossos especialistas nas prisões, em absoluto apego ao respeito à sua identidade de gênero e de seus direitos como pessoa. Uma delas está na lista para submeter-se em breve a uma cirurgia de mudança de sexo e, diante das mentiras a este respeito, essa pessoa não é membro do Partido Comunista, não terá que pagar nada pela cirurgia e nem será beneficiada a mais com relação a nenhum outro cubano.

Cuba não é perfeita, teremos ainda muito em que trabalhar na erradicação das diferenças de gênero, na luta contra a homofobia, na educação sexual de nossas crianças e jovens, no aperfeiçoamento de nossa legislação para fazê-la mais inclusiva e justa. Contudo, não aceitaremos pressões nem interferências políticas parcializadas em nossos assuntos internos.

O CENESEX e seus colaboradores continuarão trabalhando, como temos feito durante os últimos 20 anos, pelo bem estar de todas as pessoas, independente de suas crenças, opiniões políticas, orientação sexual, genero ou cor de pele.

La Habana, 19 de novembro de 2009.

(NOTA: em gesto de absoluta indignação e protesto contra este desaparecimento, colocamos ao lado esquerdo do blog uma foto de Aliomar Janjaque, com um relógio contando os dias desde seu desaparecimento, na esperança que isto estimule a concientização e a indignação de todos os brasileiros, sobretudo dos homossexuais "gestores" do movimento gay que estiveram na semana passada em Cuba apertando as mãos de Mariela Castro Espín em sinal de solidariedade com o socialismo.)


Referências

CENESEX. COLEGAS y sus Aliados Mercenarios: ¿Independientes? Sociedad Cubana Multidisciplinaria para el Estudio de la Sexualidad - Sección Diversidad Sexual: 19/11/2009. Disponível em: http://www.cenesex.sld.cu/webs/diversidad/colegas_mercenarios.html.

O PROMOTOR GRAMSCIANO QUER MUDAR O MODELO ECONÔMICO. MESMO NÃO TENDO CONSEGUIDO NEM SE ELEGER PREFEITO DE JARDINÓPOLIS…PELO PT!

Fonte: BLOG REINALDO AZEVEDO

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009 | 7:47

De barbicha e gravata vermelha: este é Marcelo Goulart, na foto de Edson Silva, da Folha Imagem

De barbicha e gravata vermelha: este é Marcelo Goulart, na foto de Edson Silva, da Folha Imagem


Há muitos anos não lia uma entrevista como a que Marcelo Goulart, promotor de Justiça do Meio Ambiente, concede a Marcio Aith naFolha de hoje. É estarrecedora! Creio que até vocês, que não são lá muito crentes na natureza humana de certos humanos, vão se surpreender. O texto é longo. Mas eu asseguro que é essencial lê-lo. Antes que fale da entrevista propriamente, permitam-me uma pequena digressão que nos aproxima do tema.


A digressão

Há quase 10 anos venho chamando a atenção dos leitores para a guerra de valores travada pela esquerda para a construção da “hegemonia” segundo os princípios estabelecidos pelo comunista italiano Antonio Gramsci (1891-1937). E, antes de mim e desde sempre, Olavo de Carvalho, entre outros poucos, tem destacado a importância de Gramsci na luta permanente das esquerdas contra a democracia. Ainda na sexta-feira, escrevi o texto De tontos e vigaristas (…) Ou: É Gramsci, idiota!. Lê-se lá:

Gramsci desenvolveu o conceito de “hegemonia”: um partido - na verdade, “o” partido, que ele chamava de “Moderno Príncipe” - tem de fazer a guerra de valores na sociedade que quer transformar. Mais do que transformar: na sociedade que pretende subjugar e, na prática, substituir. O autor não propõe as coisas nesses termos, é claro, porque ele faz a sua construção totalitária parecer um avanço humanista - como todo totalitário. E essa guerra implica tornar seus valores influentes, de modo que, com o passar do tempo, os indivíduos não consigam mais pensar fora dos seus parâmetros, fora de suas necessidades, fora de suas formulações. O “Moderno Príncipe” torna-se, assim, um “imperativo categórico”. E como se opera essa guerra? Como toda guerra: por meio de soldados. Só que, nesse caso, são os soldados da ideologia. Numa primeira fase, o trabalho fica mesmo a cargo da militância. À medida que a hegemonia vai se estabelecendo, mesmo os que não estão a serviço da causa se tornam seus vogais. Porque, como está dito, já não se consegue pensar fora daquela metafísica influente.


De volta ao promotor
Aith nos apresenta Goulart:
MARCELO Goulart é símbolo da corrente mais polêmica surgida no Ministério Público após a Constituição de 1988: a dos promotores que acreditam ser “agentes políticos”, relevam a “letra fria” da lei e atuam ao lado do MST e de ONGs contra o que definem como a elite do país. Aos 52 anos, Goulart atua desde 1985 na região de Ribeirão Preto, onde se notabilizou por disputas contra usineiros. Agora à frente do grupo responsável por processos ligados ao ambiente, ele moveu, só em 2009, 55 ações civis públicas, inclusive contra grupos que produzem orgânicos. Seu próximo desejo é assegurar o “direito difuso” dos brasileiros à reforma agrária.


Ainda não é tudo o que se pode dizer da biografia deste senhor, como revela o texto. Ele também já tentou administrar uma cidade. Em 1991, candidatou-se a prefeito de Jardinópolis. Pelo PT. Ficou em terceiro lugar. O que as urnas não lhe deram — o poder —, Goulart encontrou no Ministério Público. Só que com uma pequena diferença: agora, ele parece exercer o poder absolutista. Goulart é um admirador declarado de Gramsci. Leiam este trecho da entrevista:


FOLHA - Gramsci, a quem o sr. admira, atribui a força unificadora da sociedade, que Maquiavel atribuía ao Príncipe, a um partido. Por isso ele chamava o partido - no caso, o comunista - de “Moderno Príncipe”. Que partido, na sua opinião, ocupa a função de Moderno Príncipe no Brasil?

GOULART
- Hoje não faz sentido pensar em partido político. São as forças democráticas que cumprem uma função hegemônica e que, articuladas, logo avançam a batalha das idéias, na imprensa, no Ministério Público, nas instituições. E criam a base cultural para as mudanças políticas e econômicas. Esse é o caminho democrático da construção de uma sociedade livre, justa e solidária.


Viram só? Ele admite a lógica da contaminação a que aludi no texto da sexta-feira — e que alguns de nós denunciamos há anos. O que vai acima vale por uma confissão. “Eles” estão em todos os lugares: “na imprensa (e como!!!), no Ministério Público, nas instituições“. E querem o quê? Ora, a sociedade “livre, justa e solidária”. O sr. Goulart sabe muito bem que pode haver divergências sobre conceitos como “livre, justo e solidário”. Por isso mesmo, o estado democrático é dotado de leis, de que somos todos servos, e a Justiça deve decidir de olhos vendados para enxergar melhor à medida que não discrimina ninguém. É o que ele pensa? Leiam mais uma pergunta e uma resposta.

FOLHA - O senhor é conhecido por atuar ao lado do MST e de entidades ambientais. Esse é o papel de um promotor?

MARCELO GOULART -
A visão do Ministério Público como mero agente processual está superada desde a promulgação da Constituição de 1988. O membro do Ministério Público é agente político e, hoje, tem a incumbência constitucional de defender o regime democrático e implementar a estratégia institucional de construir uma sociedade livre, justa e solidária.


Ora, desde logo se coloca uma questão, não é? Como definir o que é “progressista”? Já que é um dos braços do estado, não é papel do Ministério Público fazer essa distinção. E Aith, felizmente, também é socorrido por essa curiosidade. Leiam:

FOLHA - Como o sr. distingue as entidades progressistas das outras?

GOULART -
As forças sociais democráticas são aquelas que assumem o compromisso de implementar o projeto democrático da Constituição de 1988. A Constituição definiu para o país um modelo de Estado social e de democracia participativa. Os sujeitos políticos que atuam na defesa desse projeto são aliados naturais do Ministério Público na luta pela construção da hegemonia democrática. Não é difícil identificá-los.

FOLHA - Por que os produtores rurais não seriam progressistas?

GOULART -
Aqueles grupos que defendem um modelo de agricultura social e ambientalmente sustentáveis estão no campo democrático. Aqueles que, ao contrário, defendem um modelo que leva ao descumprimento da função social do imóvel rural estão no campo dos adversários do projeto democrático da Constituição da República. Esses defendem o padrão de produção agrícola hoje prevalecente no Brasil.


Dispensável dizer que, no modelo de Goulart, cabem as invasões do MST, mas não cabem as fazendas, mesmo as produtivas, que o movimento invade. A mesma Constituição que fala na “função social” da propriedade assegura o direito de propriedade. Desde logo, coloca-se uma pergunta óbvia: se a função social justifica a invasão, que é um crime, o direito de propriedade justifica que se passe fogo no invasor? Se é lícito a uma fatia do Ministério Público associar-se aos criminosos do MST, seria lícito a uma outra associar-se a seus adversários, mandando às favas a lei, tendo também uma “atuação política”?


Ocorre que o ex-candidato a prefeito, rejeitado pelas urnas, tem algumas convicções firmadas sobre o modelo ideal para a agricultura brasileira. E, como se nota, em sua atuação, ele procura pôr em prática o seu programa. Leiam o que segue:

FOLHA - O que o senhor acha do álcool combustível?

GOULART -
A queima do combustível álcool também polui, e o processo de produção do álcool é sujo. Temos a queima da cana, o desmatamento, o uso incontrolado de insumos químicos. Além da superexploração do trabalho. Mais: a produção do álcool exige economia de escala, que somente se viabiliza nesse padrão de produção baseado na monocultura e na concentração fundiária. São Paulo está se tornando um grande canavial. O futuro não está no álcool, mas em outras alternativas, como o hidrogênio e a eletricidade. Diria que o álcool é um combustível de transição. Não terá vida longa.

FOLHA - A monocultura mecanizada não é uma tendência inexorável da agricultura mundial?

GOULART -
Claro que não. Não é assim na Europa. Precisamos discutir outros modelos. Temos um pensamento único por parte da elite dirigente nacional em relação à agricultura.


Como vocês vêem, o promotor Goulart tem seu próprio projeto sobre matriz energética e está disposto a comandar uma revolução — gramscianamente falando — no setor agropecuário brasileiro. Vocês podem ficar revoltados com suas convicções políticas, é claro. Mas também podem e devem se revoltar com sua ignorância. Essa história de que São Paulo está virando um canavial é uma grossa bobagem. O estado detém a maior participação na produção brasileira — quase 20%. Responde por mais de 80% da produção de laranja, mais de 60% da de cana, 18% da de banana, 10% da de café, 12% da de milho, 27% da de batata inglesa, 22% da de tomate e 16% da de uva. Ora, que importam os fatos? Ele tem uma idéia na cabeça e tem o poder absoluto que lhe confere o Ministério Público.


A esta altura, já deu para perceber que este patriota tem certamente um horizonte utópico, que fica claro nesta seqüência da conversa com Mario Aith:

FOLHA - O senhor parece não gostar de grandes propriedades rurais.

GOULART -
No meu horizonte utópico não está presente um grande número de usinas de açúcar e álcool, por exemplo.

No meu horizonte utópico estão a policultura, a geração de postos de trabalho no campo e a agricultura orgânica. Está o acesso do povo à terra, que é um direito fundamental negado desde o descobrimento. A estrutura fundiária brasileira é uma das principais razões de nosso subdesenvolvimento.

FOLHA - O senhor é socialista?

GOULART -
Como promotor de Justiça, sou defensor da Constituição, do projeto democrático. Essa é a minha missão. Minhas convicções pessoais são só isso: minhas convicções pessoais.

FOLHA - Quais convicções?

GOULART -
Utopicamente? Acredito na possibilidade de construir uma sociedade socialista. Sob um ponto de vista gramsciano, se avançarmos na linha da Constituição, vamos dar grandes passos para, no futuro, caminhar para uma sociedade socialista.

FOLHA - Como é que isso ocorreria?

GOULART -
A partir do momento em que os princípios sociais da Constituição forem sendo efetivamente conquistados, não só no papel, mas na realidade, haverá um choque lá na frente. Teremos de discutir, por exemplo, como é que a dignidade da pessoa humana pode conviver com o direito de propriedade. E assim por diante.


A VEJA que está nas bancas publica uma resenha do livro “História do Brasil com Empreendedores”, de Jorge Caldeira. Voltarei a ele oportunamente. A leitura é fascinante porque dá conta da mais cara tara dos nossos intelectuais, a saber: o latifúndio seria a grande causa das desgraças do Brasil. Essa tese do marxismo caipira amarra até hoje o pensamento brasileiro — e, surpreendentemente, um de seus formuladores, Caio Prado Júnior, tomou a tese emprestada de um conservador: Oliveira Vianna. Mas isso fica para o futuro, quando eu voltar a falar do livro. Faço tal observação porque eis ai o sr. Goulart a ressuscitar a tese do “latifúndio”. Como se nota, como promotor do meio ambiente, ele nem mesmo se limita a fazer valer as já amalucadas leis ambientais brasileiras. Ele também tem um projeto: contra os supostos latifúndios.


Dispenso-me de me alongar sobre o fato de que foi o agronegócio que garantiu a estabilidade brasileira nos sete anos de governo Lula. Praticamente a totalidade das reservas do Brasil, que lhe deram segurança para enfrentar a crise, tem sua origem nos superávits comerciais que foram garantidos pela agricultura e pela pecuária. Também foi o agronegócio que garantiu aos brasileiros um dos alimentos mais baratos do planeta. Goulart não quer saber. Ele não gosta desse modelo, não, senhores! E, no Ministério Público, ele pode agir segundo o seu gosto, sem que isso lhe possa causar qualquer embaraço. Uma outra pergunta e uma outra resposta explicam tudo:

FOLHA - O senhor tem chefe?

GOULART -
Não existe hierarquia funcional no Ministério Público. Um de nossos princípios é o da independência funcional, que ganhou força com a Constituição de 1988. Esse princípio serve para proteger o membro do Ministério Público das pressões do poder político, econômico e interno.


Desde logo, cabe uma indagação: e quem protege a sociedade da ação do Ministério Público? “Pressões do poder político”? Por acaso o MST não é um ente político, não exerce pressão e não tem poder? O próprio Ministério Público, como admite Goulart, não é também uma força “política”? No Estado de Direito, nenhum Poder é soberano. A sabedoria está na independência e na harmonia. Eis o problema: a que “Poder” pertence o Ministério Público? A nenhum! E, como se nota, a “independência funcional” está sendo usada como licença para o arbítrio. Não só o MP se coloca como um Poder acima dos Poderes como, dentro dele, cada promotor acredita que lhe é lícito proceder a uma livre exame da Constituição, aplicando-a segundo a sua vontade e o seu gosto.


A entrevista do sr. Goulart deixa claro que ele se considera um soberano em sua função. Atua de acordo com um modelo econômica que tem na cabeça, elege os atores que considera “progressistas”, descarta os que tem por reacionários e ainda diz que, assim, está sendo um servo fiel da Constituição.


Eu o desafio a mostrar que linha da Carta de 1988 abriga a atuação do MST, o seu mais persistente parceiro de luta. Ele não vai mostrar porque não existe. Ao contrário: a Constituição protege a propriedade privada, que seus aliados violam cotidianamente, numa ação típica do mais descarado banditismo.


O que vai acontecer com Goulart depois dessa entrevista? Nada, ora essa! Ele continuará a atuar como um soberano, a tentar fazer a reforma agrária por intermédio do Ministério Público, como se fosse lícito a este ente substituir a sociedade, suas leis e o paradigma da democracia representativa. Mas entendo: ele é, afinal, um assumido gramsciano.

Olavo de Carvalho e Lord Monckton explicam o que é e para quem serve o tal Aquecimento Global causado pelo ser humano

Olavo de Carvalho e Lord Monckton explicam o aquecimento global antropogêncio enquanto os seus objetivos reais.

Percebam a GRAVIDADE da coisa toda e entendamos de uma vez por todas que CANALHAS não devem estar em nenhum cargo, sequer terem a chance de falar suas mentiras calhordas em público.

No último vídeo vemos o perfeito idiota útil, o papagaio de pirata, o repetidor de imbecilidades que nada sabe, nada lê, nada estuda mas mesmo assim se acha o salvador do Universo.





sábado, 19 de dezembro de 2009

Lorde Monckton vs. Greenpeace

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA


Monckton-vs-Greenpeace













Monckton - Volte ao Greenpeace, que organiza esse evento (protesto), e pergunte a quem quer que tenha te mandado aqui por que foi que te mandaram aqui, agora que você sabe que não houve aquecimento global nos últimos 15 anos. Eu quero que você pergunte isso a eles.

Militante - Vou perguntar.

Lorde Christopher Monckton foi assessor de Margareth Thatcher e é hoje uma das vozes mais influentes no combate à farsa do aquecimento global. Entre outros feitos em benefício da decência humana, Lorde Monckton impediu judicialmente queUma Verdade Inconveniente fosse exibida nas escolas britânicas. Alegação: o filme é uma fraude. Al Gore já foi desafiado mais de uma vez por Monckton a um debate cara a cara. Al Gore recusou-se. Por que será?

Neste vídeo, Monckton entrevista militantes do Greenpeace durante a segunda Conferência Internacional do Clima, realizada em Berlim no dia 4 de dezembro. Transcrevi os diálogos. Vejam e escutem a reação desses eco-socialistas cheios de boas intenções (querem salvar o planeta, nada menos) ante os dados apresentados por Monckton - que você aí no outro lado do monitor também não encontrará na grande imprensa. Atenção especial para a resposta à pergunta "Como você reage diante desses fatos?".


* * *


Maluquinho da abertura
: Devemos manter nosso planeta habitável, e se ele está ficando mais e mais quente, vai dar um feedback positivo e a temperatura pode ficar fora do controle. E aí não vai ter resgate.


Lorde Monckton
- O nível do mar subiu quanto nos últimos quatro anos?


Militante
- Eu não sou... Eu não estudo meteorologia ou...


Monckton
- Praticamente não subiu. Mas você viu reportagens na mídia dizendo que o nível do mar está subindo cada vez mais rápido?


Militante - (...) Acho que sim.


Monckton - (apontando para o cartaz) Tem uma frase ali dizendo que a mudança climática é um fato. Tem sido um fato por quatro bilhões de anos, não é?


Militante
- Acho que sim.


Monckton
- Nos últimos dez ou quinze anos, o mundo ficou mais quente, ficou igual ou ficou mais frio?


Militante
- Não sei.


Monckton
- Qual temperatura a Terra deveria ter em média?


Militante
- Agora, é...


Monckton
- Qual é a melhor temperatura para a Terra?


Militante
- (...)


Monckton
- Qual é a temperatura hoje?


Militante
- Não sei, éee... A temperatura não é a mesma todo dia.


Monckton
- A maioria das criaturas vive nas partes mais quentes do mundo. Poucas criaturas vivem nas partes mais frias. Sendo assim, as mais quentes não são melhores para a saúde?


Militante
- Não.


Militante
- Não. O que você quer que eu diga?


Monckton
- Estou te fazendo a pergunta.


Monckton
- Você está surpresa ao descobrir que não houve aquecimento global nos últimos 15 anos?


Militante
- Você não tem dúvida?


Monckton
- Eu verifiquei os dados. Quatro conjuntos de dados.


Militante
- Como é que você sabe disso?


Monckton
- Eu pego os dados dos satélites e organizo o chamado "least-squares linear-regression trend", o que significa que você tem um sistema de dados estatísticos - um que sobe e desce - que pode ser processado matematicamente para mostrar a tendência durante um determinado período, e durante os últimos 15 anos não houve aumento estatisticamente significativo da temperatura de forma alguma. São esses os fatos. Como você reage diante desses fatos?


Militante
- Acho que isso é pensamento positivo, honestamente.


Monckton
- Você acha que é uma boa notícia?


Militante
- É claro que é uma boa notícia.


Monckton
- Volte ao Greenpeace, que organiza esse evento (protesto), e pergunte a quem quer que tenha te mandado aqui por que foi que te mandaram aqui, agora que você sabe que não houve aquecimento global nos últimos 15 anos. Eu quero que você pergunte isso a eles.


Militante
- Vou perguntar.


Monckton
- o Greenpeace é uma organização militante, certo?


Militante
- Como assim organização militante?


Monckton
- Bem, não é um gabinete do clima, é?


Militante
- Não, claro que não.


Militante
- Você tem um monte de fatos. Você tem mais fatos que a minha cabeça.


Publicado originalmente com o título Lorde Monckton vs. Greenpeace, ou: fatos são "pensamento positivo".

Tradução e comentários: Bruno Pontes

Bruno Pontes é jornalista - http://brunopontes.blogspot.com

Site EscolasemPartido.org é notícia na CBN

Fonte: ESCOLA SEM PARTIDO




Para quem não conhece o site e seu trabalho, dê uma olhada abaixo ou no site aqui:


Apresentação

Numa sociedade livre, as escolas deveriam funcionar como centros de produção e difusão do conhecimento, abertos às mais diversas perspectivas de investigação e capazes, por isso, de refletir, com neutralidade e equilíbrio, os infinitos matizes da realidade.

No Brasil, entretanto, a despeito da mais ampla liberdade, boa parte das escolas, tanto públicas, como particulares, lamentavelmente já não cumpre esse papel. Vítimas do assédio de grupos e correntes político-ideológicas com pretensões claramente hegemônicas, essas escolas se transformaram, nos últimos anos, em meras caixas de ressonância das doutrinas e das agendas desses grupos e dessas correntes.


A imensa maioria dos educadores, contudo, quando não ignora culposamente o problema, se recusa a admiti-lo - por cumplicidade, conveniência ou acomodação.


EscolasemPartido.org foi criado para mostrar que esse problema não apenas existe, como está presente, de algum modo, em praticamente todas as instituições de ensino do país.


Com esse objetivo, colocamos à disposição de estudantes universitários e do nível médio um espaço no qual poderão expressar suas opiniões sobre professores, livros e programas curriculares que ignoram a radical diferença entre educação e doutrinação.


Se você sente que seus professores estão comprometidos com uma visão unilateral, preconceituosa ou tendenciosa das questões políticas e sociais; se percebe que outros enfoques são por eles desqualificados ou ridicularizados e que suas atitudes, em sala de aula, propiciam a formação uma atmosfera de intimidação incompatível com a busca do conhecimento; se observa que estão engajados na execução de um projeto de engenharia social, que supõe a implementação de uma nova escala de valores, envie-nos uma mensagem relatando sua experiência (acompanhada, se possível, de elementos que possam comprová-la).


Ajude-nos a promover a liberdade de pensamento e o pluralismo de idéias nas escolas brasileiras.

Como Participar





PARTICIPE DA CAMPANHA DO

CARTAZ

ANTIDOUTRINAÇÃO



sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O dia em que o sexo entre homens e meninos não mais chocar

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA


JULIO SEVERO | 18 DEZEMBRO 2009
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO


Filme brasileiro pretende quebrar "tabu" do incesto e sexo homossexual entre meninos, apresentando ambas as condutas como "amor"


Dois homens se abraçando e se beijando. Que tipo de cenário é esse? É um cenário que, para o público, é condenável, mas para a mídia, com seu número desproporcionalmente elevado de gays, é lindo.


Apesar de toda a doutrinação sistemática do governo e da mídia, esse cenário ainda choca o público. A propaganda estatal onipresente do programa federal
Brasil Sem Homofobia ainda não alcançou o nível de mudança da mentalidade total do povo. O choque ainda persiste.


Para evitar o choque, os ativistas gays são obrigados a enfeitar ao máximo esse cenário, utilizando tudo o que traga a memória inocência e pureza: crianças, anjos, Jesus, etc. Nada é isento de exploração quando o assunto é avançar a agenda gay.


Essa foi exatamente a estratégia dos produtores do filme brasileiro
"Do Começo Ao Fim", que começa usando o cenário de dois meninos para alcançar seu objetivo maior de quebrar toda barreira e resistência ao incesto e ao sexo homossexual. Os produtores avisam: "Se a intenção for quebrar um grande tabu ou causar impacto, certamente este filme vai alcançar seu objetivo". O trailer do filme está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=3DVa2DKSnU0


"Do Começo Ao Fim"
procura passar a mensagem de que são os próprios meninos de 6, 7 ou 8
anos que buscam experiências homossexuais. Grupos homossexuais como a
NAMBLA há muitos anos pregam que os meninos têm interesse no sexo homossexual. "Do Começo Ao Fim" vem para confirmar essa pretensão.


Mais cedo ou mais tarde virá um cineasta, abusando igualmente do direito de livre expressão, para promover um filme do "amor entre um homem e um menino". Na verdade, o campo já está aberto para quebrar esse "tabu".
O maior líder homossexual do Brasil, Luiz Mott, tem sido acusado de defender a pedofilia. Mas ele não é o único homossexual brasileiro a fazer isso. Anos atrás, Denilson Lopes, um professor universitário homossexual, escreveu e publicou o artigo "Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea". Ele é autor do livro "O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios" (RJ, Aeroplano, 2002).


Eu denunciei publicamente essa defesa à pedofilia, mas o Ministério Público Federal - que a um estalar de dedos dos ativistas gays vem sempre correndo contra meu blog - nunca tomou nenhum tipo de medida contra o artigo "
Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea", demonstrando que um "tabu" já está sendo quebrado. A pedofilia homossexual está vindo, provando sua inseparabilidade das entranhas do movimento homossexual.


O Brasil, na fase em que está de elevada doutrinação homossexual, não ficará por muito tempo só no
"Do Começo Ao Fim" de sexo homossexual entre menino e menino. Esse filme é apenas uma preparação para a fase mais avançada, onde outro cineasta oportunista lançará outro "quebrador de tabus". Esse será o "O Começo do Fim". Nesse futuro mais sombrio, a apresentação do sexo homossexual entre menino e menino será coisa do passado. A moda então será apresentar a normalidade do sexo homossexual entre homens e meninos.


Contudo, você acha que os ativistas homossexuais são bobos de mostrar o Fim logo no Começo? Eventualmente, eles falarão abertamente, porém só no Fim. Mas, até lá, com todos os tabus quebrados, ninguém mais se importará se a moda então for pensar que são os próprios meninos de 6, 7 ou 8 anos que buscam "amor sexual" de homossexuais adultos.


"Do Começo Ao Fim" é uma das primeiras sementes para a construção dessa nova maneira de pensar.

Confecom, exercício de Segunda Realidade

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA

Na loucura da Segunda Realidade percebe-se método, a racionalidade do mal operando. A máscara democrática cai à simples observação. Na verdade, todo o circo não passa de uma dinâmica de grupo controlada pela qual o partido exerce seu poder despótico.


Ter presenciado os trabalhos da Confecom, tirante o lado absolutamente enfadonho e repetitivo, foi rico para observar um acabado exercício de mergulho na Segunda Realidade, sem qualquer âncora com a realidade factual. A Segunda Realidade foi descoberta por Cervantes e o personagem Dom Quixote narra com requintes literários essa alucinação típica dos tempos modernos. O reino da Segunda Realidade é o reino dos revolucionários, dos jacobinos empenhados em moldar a realidade a seus preconceitos.


O primeiro sintoma dessa loucura é o formato da Conferência. Os coordenadores e os delegados se comportam como se estivessem em regime de uma assembléia constituinte. Os delegados se revezam ao microfone como se estivessem em uma câmara de deputados, elaborando textos com força de lei. Daí porque são tão ciosos da representatividade dos delegados, a ponto de segregarem os observadores fora do recinto de votação. Ontem uma pessoa tentou entrar no recinto exclusivo dos delegados e, descoberta, foi expulsa com grande escândalo, escoltada por seguranças.


O exercício da Confecom é um simulacro de sovietização, como se esse formato pudesse sobrepor e substituir o Poder Legislativo. Uma perfeita alucinação, como se vê. O eixo é sempre modificar o marco legal e se apropriar, de alguma forma, de uma fração dos impostos. E também usar o poder de polícia estatal contra o empresariado, tido e havido como inimigo da chamada "sociedade civil organizada", ou seja, eles mesmos, os militantes esquerdistas. Não escondem sua fé na estatização e no uso do poder de Estado contra os empresários. Não escondem que, se puderem, elevam a carga tributária até o limite do sufoco econômico da iniciativa privada.


O democratismo é outra dimensão do conclave sovietizado. A exaltação da diferenciação por sexos (gêneros), por raças e por região não esconde a deliberada vontade de dividir a sociedade em segmentos antagonizados artificialmente. Uma loucura perigosa.


Nas manifestações em que os delegados da Febratel e da Abra tomaram posição pró-mercado ficou claro que estes são peixes fora d'água, estreantes em assembléias leninistas. Mal sabem que esse tipo de assembléia historicamente tem sido chamado para o exercício de campeonato de radicalismos contra a economia de mercado e contra a sociedade aberta. Para os que estão existencialmente mergulhados na Segunda Realidade o socialismo é a meta a ser alcançada e a economia de mercado uma estrutura a ser destruída.


A Confecom é uma assembléia de homens-massa. Uma perfeita alucinação coletiva, uma coleção de ações estúpidas. Ela só não mergulha em entropia inconclusiva porque, por detrás da aparente autonomia dos delegados, operam os agentes do partido. Estes impõem suas decisões e sua disciplina, sendo um exemplo cabal a decisão de manter a proporcionalidade das propostas, como queria o segmento empresarial. Portanto, na loucura da Segunda Realidade percebe-se método, a racionalidade do mal operando. A máscara democrática cai à simples observação. Na verdade, todo o circo não passa de uma dinâmica de grupo controlada pela qual o partido exerce seu poder despótico.


O segmento empresarial está aqui simplesmente porque o partido entendeu ser tático dividir os empresários, aproveitando-se do ódio que todos comungam para com a Rede Globo. Eu me pergunto se os supostos ganhos que possam advir da reconstrução do marco legal compensa, para os empresários, a destruição das defesas do livre mercado e da sociedade aberta. Essa gente dos movimentos sociais não tem nenhuma contemplação para com seus inimigos de classe. Tático ou não, o que querem afinal é radicalmente contrário aos interesses mais estratégicos da Febratel e da Abra. No recinto percebe-se a tensão permanente existente entre os militantes esquerdistas e os delegados das empresas privadas. Os delegados do segmento empresarial ficaram apropriadamente confinados à ala direita de quem entra no auditório.


Nada de bom pode emergir da Segunda Realidade que não o delírio deletério da loucura. Pactuar com loucos é suicídio. (Enquanto escrevo este artigo a platéia entoa, a plenos pulmões; "
Não não não à privatização". Será talvez o grande recado dos agentes sovietes aos novos sócios da Telebrasil e da Abra).

COM QUANTOS PAUS SE FAZ UMA CANOA

Fonte: ViVerdeNovo
SEXTA-FEIRA, 18 DE DEZEMBRO DE 2009


Por Arlindo Montenegro


Para todos o trabalho, para os controladores todas as benesses gratificantes


Há séculos, hoje sabemos, grupos de mentes delirantes, sociopatas, reuniam-se em grupos fechados, secretos, com o objetivo de dominar, submeter todos os povos do mundo sob todo poderoso e controlador de uma única autoridade, um governo mundial. Para todos o trabalho, para os controladores todas as benesses gratificantes.

A bestialidade arrogante utilizou-se das crenças, do saber científico, das inovações tecnológicas, dos assassinos de aluguel especialmente treinados, dos venenos e das armas de guerra, tudo para eliminar, extinguir com a existência dos que defendiam sua liberdade, independência, costumes e culturas.

Em nenhum momento na história humana aqueles grupos secretos deixaram de agir, infiltrar-se em todas as formas de agrupamento humano. Em nenhum momento deixaram de aliar-se aos perversos e utilizar seus serviços pagando em ouro, prata, jóias que foram juntando em tesouros, botim de guerras, metais e pedrinhas brilhantes que adotaram, convencionaram utilizar como medida de valor.

O que eram materiais arrumados para o prazer estético, dureza, resistência, maleabilidade e utilizado como atrativo para decorar templos e objetos de culto, roupagens e a cabeça das mulheres foi sendo explorado e amealhado, escondido em cavernas e mais tarde em cofres fortes, até ser substituído pelas moedas, que os guardiões dos tesouros passaram a emitir.

Tinham então o poder de comprar consciências e armas para submeter os povos que viviam em estado natural espalhados nos confins do planeta ainda em locais ainda desconhecidos. Onde chegavam com suas armas e prepotência, introduziam seus costumes e obrigavam os nativos a buscar metais e pedras, enchiam seus navios e os transportavam para suas cavernas e cofres.

“Descobriram”, dominaram e escravizaram, transformaram em colônias os povos dos continentes que batizaram como Ásia, África e Américas. Os descendentes em linhagem direta daqueles ritualistas em clubes secretos, passaram a utilizar linguagem simbólica, financiaram pesquisas científicas, promoveram mais guerras, sofisticaram o sistema de dominação.

Pouco a pouco, eliminaram os lastros convencionais do valor da moeda e espalharam papel pintado pelo mundo, onde já dominam as grandes corporações e compram a consciência de governantes solertes. Recentemente, para aprimorar seus controles, sumiram com os recursos e largaram no ventilador a fala ameaçadora de um agolrento, mentiroso e mistificador.

A terra vai esquentar! Os países vão sumir! Muita gente vai morrer! Aí a gente começou a pensar: ora! Quem manda mesmo é o Criador e não esses caras aí.

Como mentira tem perna curta, na reunião onde queriam vender bugalhos por alhos, o vermelho diabo pintado de verde, o clima esfriou. Nevou!

Mas os sujeitinhos persistem na mentira. Alguns se envergonham. Outros desistem ou dão o dito por não dito. De mesmo, caem as máscaras e são revelados os propósitos deste despautério internacional. Os abestalhados exércitos de melancias, falam contra o imperialismo capitalista e querem mesmo é o governo ditatorial mundial. Os abestalhados gritam, a serviço dos nobres herdeiros das seitas secretas manipuladoras das vontades ignorantes.

Estamos no limiar de grandes mudanças sim. Mudanças bem informadas e trânsito de credibilidade. Avaliação de atitudes. Decisões que vão importar para um novo ciclo de civilização. Só esperamos que a razão e a responsabilidade sobre a vida, que depende da evolução espiritual, que depende de escolhas e muita disciplina do ser consigo mesmo, possa guiar os passos humanos.

Sabemos quem são. Sabemos que ocupam os postos de poder. Sabemos que confiamos nos discursos mistificadores. Sabemos quais as ferramentas que utilizam para submeter os povos. Sabemos que o conformismo e o silêncio ampliam a força do terror.

Aos poucos a humanidade, principalmente os mais jovens, vão abrir mão da violência mortífera e da presunção do poder. Há um poder mais forte e uma vontade mais poderosa no comando do coração de cada um. A receita utilizada até agora resulta num bolo amargo. Vamos ver as mudanças comportamentais que nos conduzam à razão responsável. À paz, valorização da vida e do trabalho.

A mensagem é desafiadora: “Amai-vos uns aos outros!” É possível! Acredite!

Como engabelar o telespectador

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA


E o Fantástico martela: precisamos controlar as emissões de CO2, já que "está com-pro-va-do que há uma relação direta entre o aumento da concentração do gás na atmosfera e o aumento da temperatura". Não está não, Sônia Bridi. Ouçamos José Carlos Parente de Oliveira.


Em clima de conferência do clima em Copenhague, o programa Fantástico (6 de dezembro) preparou psicologicamente o telespectador para a catástrofe planetária que se aproxima, oferecendo contudo uma saída para o apocalipse devidamente sacramentada pelo Organização das Nações Unidas. A saída consiste em fazer o que a ONU disser que deve ser feito.


Os e-mails vazados por hackers que expõem a falcatrua dos cientistas da Universidade de East Anglia, comunicaram os apresentadores do programa, foram categoricamente desacreditados pela ONU. O aquecimento global é "i-ne-quí-vo-co" (Zeca Camargo caprichou na ênfase). Portanto, os alienados devem tirar o cavalo da chuva: o mundo vai acabar mesmo. Assim diz a ONU, a autoridade máxima da nossa era.


Sem mostrar ao telespectador o conteúdo de algumas das mensagens trocadas pelos cientistas (como, por exemplo, aquela que fala em usar o "truque" para esconder o "declínio" da temperatura), o Fantástico deu o assunto por encerrado. A tese do aquecimento global está sendo usada como pretexto de uma regulação econômica sem precedente, pois se trata de uma regulação global - nenhum imperador em qualquer época alcançou tamanha jurisdição. E como reage o Fantástico (a grande imprensa inteira) ante a descoberta de milhares de documentos que podem desmascarar essa tese? Faz de conta que o caso não tem importância. Chamam isso de jornalismo.


A matéria diz ainda que "o mundo inteiro está preocupado", pois "a Terra já está quase 1º C mais quente do que há 150 anos, quando começou a era industrial". Grande coisa! A temperatura da Terra tem variado desde o primeiro dia. Houve períodos quentes e períodos frios. O físico José Carlos Parente de Oliveira, da Universidade Federal do Ceará, em entrevista ao Diário do Nordeste (15 de novembro), nos informa que por volta dos anos 1300 (segundo minhas fontes, nessa época não existiam fábricas nem automóveis, tampouco petrolíferas) ocorreu o chamado Período Quente Medieval, em que a temperatura da Terra foi superior à atual em cerca de um grau centígrado. Por volta dos anos 1800 tivemos a Pequena Era Glacial. Não há nada de anormal na possibilidade de a temperatura ter subido (ou baixado) num certo espaço de tempo. Já aconteceu antes e acontecerá novamente, independentemente do que a humanidade faça ou deixe de fazer.


Além disso, José Carlos Parente de Oliveira e centenas de outros cientistas "céticos" (termo que na acepção da ONU equivale a "hereges") sustentam que a temperatura do planeta vem caindo - caindo - desde 1998. Existem dados colhidos por satélites para prová-lo, mas, conforme o físico, "esses dados não são aceitos e nem utilizados pelo IPCC nos seus documentos". Ou seja: a ciência da ONU está fechada ao debate. Isso não é ciência, é ideologia fanática.


E o Fantástico martela: precisamos controlar as emissões de CO2, já que "está com-pro-va-do que há uma relação direta entre o aumento da concentração do gás na atmosfera e o aumento da temperatura". Não está não, Sônia Bridi. Ouçamos José Carlos Parente de Oliveira mais uma vez:


"A hipótese do aquecimento global antrópico defendido pelo IPCC não possui base científica sólida. Não há dados observacionais que provem cabalmente a influência humana no clima. Se voltarmos um pouco no tempo nós constataremos que entre os anos de 1945 e 1977 houve um resfriamento da Terra, acompanhado de grande alarde de que o planeta congelaria, haveria fome, milhares de espécies desapareceriam etc. E veja que nesse período houve grande queima de carvão e petróleo motivada pela reconstrução da Europa e da Ásia após a 2ª Guerra Mundial. Outro exemplo de não conexão entre concentração de CO2 e temperatura da Terra ocorreu entre os anos 1920 e 1940, período em que a Terra esteve mais quente que os anos finais do século XX, e nesse período a atividade de queima de combustível foi de apenas 10% do que foi observado nos anos 1980 e 1990".


O recorte temporal usado na matéria é o recorte vendido ao mundo pela ONU e tem relação com o objetivo político da coisa toda. Ligar a fraude do aquecimento global à era industrial remete a um velho slogan: a culpa é do capitalismo. Não é à toa que a militância socialista adotou a histeria do aquecimento como cavalo de Tróia do governo mundial que está sendo arquitetado neste exato momento em Copenhague. Enquanto o comissariado vai preparando taxas e metas compulsórias de alcance global, passando por cima das soberanias nacionais, a grande imprensa vai fazendo o seu trabalho de menina de recados do clube, engabelando o público. É fantástico.

Publicado no jornal O Estado.
Bruno Pontes é jornalista - http://brunopontes.blogspot.com

Nuevas amenazas contra el Director Jurídico de UnoAmérica



Fonte: UNOAMERICA
Viernes, 18 de Diciembre de 2009


Politica El Director Jurídico de UnoAmérica, el Dr. Jaime Arturo Restrepo, fue objeto de nuevas amenazas, esta vez por parte del equipo que acompaña a la ex alcaldesa de Apartado, Gloria Cuartas.


Jaime Arturo Restrepo, Director Jurídico de UnoAmérica, durante su reciente observación electoral en Honduras

Bogotá, 18 de diciembre.- El Director Jurídico de UnoAmérica, el Dr. Jaime Arturo Restrepo, fue objeto de nuevas amenazas, esta vez por parte del equipo que acompaña a la ex alcaldesa de Apartado, Gloria Cuartas.

Los hechos sucedieron con motivo de una audiencia de juzgamiento a militares en Medellín, donde estaba presente Gloria Cuartas. El Dr. Restrepo repartía fotocopias de un artículo titulado “Las ONGs amigas de las FARC” (em português aqui), escrito por la conocida periodista estadounidense Mary Anastasia O’Grady, Dicho artículo reproduce extractos de una entrevista realizada al guerrillero desmovilizado alias “Samir”, en el que compromete el nombre de Gloria Cuartas por su relación con el grupo narcoterrorista FARC.


Gloria Cuartas y el abogado Jorge Molano Rodríguez, quienes estaban fuera de la sala de audiencias, se aproximaron a Restrepo, notablemente alterados, y solicitaron a funcionarios policiales su detención. Molano agredió verbalmente al Director Jurídico de UnoAmérica, con palabras que claramente constituían una amenaza.


No se trata de una amenaza cualquiera, porque los testigos que se han atrevido a declarar sobre los vínculos de Gloria Cuartas con las FARC han sido “misteriosamente” asesinados, entre ellos: Alejandro Segundo Milanés Correa, Eucaris Ariza de López, Jorge Alberto Mejía Bedoya, Roger Iván Castaño Giraldo, Jhon José Uriel Uribe, Jairo de Jesús Gutiérrez, Ever de Jesús Manco Varela, Jhon Jairo Celada Areiza, Willian Vinsco Alcázar, y Ovilson de Jesús Sepúlveda Manco.


El 26 de Junio de 2009, el Director Jurídico de UnoAmérica, viajó hasta Washington para introducir una acusación en la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH), en donde señaló textualmente a Gloria Cuartas por la “comisión de presuntas conductas ilícitas relacionadas con el grupo narco terrorista FARC”.


El 22 de noviembre pasado, la Unidad Antiexplosivos de la Policía Metropolitana de Medellín,
desmanteló una serie de explosivos colocados en las afueras de la vivienda del Dr. Restrepo, después de que el profesional del derecho tuvo dos intervenciones de gran repercusión mediática: la primera, fue consecuencia de la audiencia preparatoria en el juicio de Miguel Ángel Beltrán, alias “Cienfuegos”, donde el Director Jurídico de UnoAmérica representó a las víctimas de las FARC; y la segunda, en un debate televisado con el dirigente izquierdista Iván Cepeda, donde Restrepo desenmascaró a varios integrantes de ONGs investigados por su relación con las FARC y evidenció los vasos comunicantes existentes entre el padre de Cepeda con Alfonso Cano, actual jefe de las FARC.

Obama Pronto a Ceder a Soberania dos EUA, afirma Lorde Britânico

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA


Cavaleiro do Templo: leiam (artigo abaixo) a propaganda feita pela Globo depois de ler este artigo. Além das informações óbvias temos uma coisa muito sutil: nos "nóçus diaz" os "VELHOS", aquelas pessoas que "nóça sossiedadi" aprendeu a tratar como lixo, como inválidos (principalmente morais), como um peso, são estas pessoas que estão na luta contra os sociopatas, enquanto a "galera jovem" está na praia, nos clubes e nos botecos. O que salvará este mundo é o retorno ao moralismo de nossos avós. Todo o resto é paliativo (obrigado AM).




Na [Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas em 2009 em] Copenhagen, em dezembro próximo, daqui a algumas semanas, um tratado será assinado. Vosso presidente [Barack Obama] vai assiná-lo. Eu li esse tratado. E o que ele diz é que um governo mundial será criado. A palavra "governo" na verdade aparece como o primeiro de três objetivos da nova entidade. O segundo objetivo é a transferência de riqueza dos países ocidentais para os do terceiro mundo, para atender ao que é chamado discretamente de "dívida climática" - porque nós temos queimado CO2 e eles não; nós bagunçamos o clima e eles não. E o terceiro objetivo dessa nova entidade, desse governo, é aplicação [enforcement].


O
Minnesota Free Market Institute organizou evento na Universidade Bethel, na cidade de St. Paul, Minnesota, na noite da última quarta-feira (14/10), tendo como principal orador Lorde Christopher Monckton, que foi assessor para ciências da Primeira-Ministra britânica Margareth Thatcher. Lorde Monckton proferiu longa e cáustica palestra em que apresentou detalhados mapas, gráficos, fatos e dados que culminaram com a total destruição tanto do conceito popular de aquecimento global quanto da credibilidade da ameaça de qualquer mudança climática significativa causada pelo homem.


Resumo detalhado da apresentação de Monckton será publicado assim que compilado. No entanto, trecho de sua palestra requer publicação imediata. Se fidedigna, a preocupação veiculada por Monckton pode provar-se a questão mais importante para a nação americana - mais importante do que a reforma do sistema de saúde, do que o projeto de lei ambientalista de "cap and trade" -, a reclamar portanto a atenção concentrada de todo cidadão.


Eis as palavras finais de Monckton,conforme copiadas de minha gravação:

Na [Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas em 2009 em] Copenhagen, em dezembro próximo, daqui a algumas semanas, um tratado será assinado. Vosso presidente [Barack Obama] vai assiná-lo. A maioria dos países do terceiro mundo vai assiná-lo, pois acreditam que vão ganhar dinheiro com ele. A maior parte do regime esquerdista da União Européia vai carimbá-lo. Virtualmente não haverá ninguém que não o assinará.

Eu li esse tratado. E o que ele diz é que um governo mundial será criado. A palavra "governo" na verdade aparece como o primeiro de três objetivos da nova entidade. O segundo objetivo é a transferência de riqueza dos países ocidentais para os do terceiro mundo, para atender ao que é chamado discretamente de "dívida climática" - porque nós temos queimado CO2 e eles não; nós bagunçamos o clima e eles não. E o terceiro objetivo dessa nova entidade, desse governo, é aplicação [enforcement].

Quantos de vós acreditam que a palavra "eleição" ou "democracia" ou "voto" ou "votação" aparece pelo menos uma vez nas 200 páginas do tratado? É isso mesmo: elas não aparecem nenhuma vez. Então finalmente os comunistas, que saíram correndo do muro de Berlim para dentro do movimento ambientalista, que tomaram o Greenpeace de maneira que meus amigos que o fundaram tiveram de deixá-lo um ano depois, pois [os comunistas] o tomaram - agora a hora da apoteose está próxima. Eles estão prestes a impor ao mundo um governo global comunista. Vós [americanos] tendes um presidente que tem fortes simpatias com esse ponto de vista. Ele vai assinar o tratado. Ele vai assinar qualquer coisa. Ele é ganhador do prêmio Nobel da Paz; é claro que ele vai assiná-lo.

[risos]

E o problema é o seguinte: se esse tratado for assinado, se a vossa Constituição diz que ele tem precedência sobre a Constituição[sic; quis dizer "sobre a lei interna"], e se só se pode deixar o tratado com a concordância de todos os outros membros estatais, e como os EUA são o maior pagador, não vão deixá-lo sair.

Então, obrigado, América! Tu foste o farol da liberdade para o mundo. É já um privilégio apenas pisar neste solo de liberdade enquanto ele ainda é livre. Mas nas próximas semanas, a menos que o impeçais, vosso presidente vai abrir mão de vossa liberdade, de vossa democracia, de vossa humanidade para sempre. E nem vós, nem qualquer governo futuro que elejais terá a menor condição de tomá-los de volta. É tão sério assim. Eu li o tratado. Eu vi esse negócio do governo [mundial] e da dívida climática e da aplicação [do tratado]. Eles vão fazer isso convosco, quer gostais, quer não.

Mas eu acho que é aqui, aqui na vossa grande nação, que eu tanto amo e tanto admiro - é aqui que talvez, à undécima hora, no qüinquagésimo nono segundo do qüiquagésimo nono minuto, havereis de vos erguer e de impedir vosso presidente de assinar esse tratado terrível e sem sentido. Pois não há problema algum com o clima e, mesmo que houvesse, um tratado econômico em nada o [ajudaria].

Concluo dizendo a vós as palavras que Winston Churchill dirigiu a vosso presidente na hora mais escura, antes da aurora da liberdade, na Segunda Guerra Mundial. Ele ciotu vosso grande poeta Longfellow:

Sail on, O Ship of State!
Sail on, O Union, strong and great!
Humanity with all its fears,
With all the hopes of future years,
Is hanging breathless on thy fate!

[Em frente, ó Navio do Estado!
Em frente, ó União, forte e grande!
A humanidade com todos seus temores,
Com toda a esperança dos anos vindouros,
Está suspensa, atada a teu destino!]


Lord Monckton foi aplaudido de pé e respondeu a uma série de perguntas da platéia. Dentre essas, estas são relevantes para o vindouro tratado de Copenhague:

Pergunta: A atual administração e a maioria democrata no Congresso têm mostrado pouca consideração com a vontade do povo. Eles estão tentando aprovar uma agenda de mais governo e mais impostos e encargos para as gerações futuras. E nada parece detê-los. Como o Sr. sugere que impeçamos Obama de fazer isso, porque eu não vejo como impedi-lo de assinar qualquer coisa em Copenhague. Eu acredito que essa é a sua agenda e ele o fará.

LM - Não minimizo a dificuldade. Mas nesse assunto - eu realmente não me meto em política, porque não é certo. No fim, a tua política é para ti. O procedimento correto é entrardes em contato com vossos representantes, tanto no Senado onde o projeto de lei tem de ser aprovado (e podeis tentar pará-lo) e [na Câmara] e levá-los a exigir o seu direito a uma audiência (o qual todos têm) com o presidente e contar a ele sobre esse tratado. Há muitas pessoas poderosas nesta sala, pessoas ricas, influentes. Procurai a mídia, contai-lhes sobre esse tratdo. Se fordes a www.wattsupwiththat.com, encontrareis (se procurardes com cuidado) uma cópia do tratado, pois dei um jeito de colocá-lo lá não faz muito. Lede-o e que a imprensa conte ao povo que a democracia está prestes a ser tomada dele por razão nenhuma, ao menos sem base científica [com relação à mudança climática]. Dizei à imprensa que diga o seguinte: mesmo que exista um problema [com a mudança climática] vós não desejais que vossa democracia vos seja tomada. É tão simples assim.

Pergunta: É mesmo irreversível se o tratado for assinado?Suponha que seja assinado por quem não tem autoridade pois eu tenho algum... tenho um elevado grau de ceticismo de que tenhamos um presidente válido, porque eu...

Eu conheço pelo menos um juiz que partilha a sua opinião, Sr.

Eu não acredito enquanto não o vir. Será que a [possível ilegitimidade de Obama como presidente] não poderia nos dar uma causa razoável para anular qualquer tratado que ele efetivamente assine como presidente?

Eu teria muito cuidado em não confiar em coisas como essa. Embora haja certa dúvida se ele nasceu ou não no Havaí, meu medo é que seria muito difícil provar que ele não nasceu no Havaí, e portanto talvez não sejamos capazes de chegar a algum lugar com isso. Além disso, uma vez que ele assinar o tratado, quer seja válida ou não a assinatura, uma vez que assinou e ratificou, que o Senado o ratifcar, ele se torna vinculante. Mas vou dizer uma coisa: eles sabem, na Casa Branca, que não conseguirão 67 votos no Senado, a maioria de dois terços que vossa Constituição estipula para ratificar um tratado desse tipo. No entanto, o que eles planejaram é o seguinte - e eles realmente deixaram escapar isso durante a campanha eleitoral, e é por isso que eu sei. Ele planejam colocar o tratado de Copenhague em vigor por maioria simples nas duas casas [do Congresso]. Isso eles podem fazer. Mas a vantagem disso, e nisso o Sr. tem razão, é que isso, graças a Deus, é reversível. Então eu quero que rezeis hoje à noite, e rezeis muito pelo Senado, que ele se recuse a ratificar o [novo] Tratado de Copenhague, porque se o recusarem e [Obama] tiver de tentar aprová-lo como se fosse legislação doméstica, podeis rejeitá-lo.


Independentemente de se está ou não ocorrendo aquecimento global ou se ele é causado pela atividade humana, no em qualquer grau, nós não queremos um governo mundial com o poder de impor impostos aos americanos sem representação eletiva ou qualquer coisa análoga às proteções constitucionais. Os Pais da Pátria dariam voltas em seus túmulos se soubessem que seus descendentes conferiram tal autoridade a um poder estrangeiro, desfazendo efetivamente todos os seus esforços em um ato de
Revolução Anti-Americana. Se esse é o nosso destino iminente, precisamos suspender tudo mais e nos concentrar em impedir que isso aconteça. Se cedermos a soberania americana, todos os outros debates tornar-se-ão irrelevantes.


Passando os olhos no tratado, encontrei os objetivos da nova entidade mencionados por Monckton:

38. O esquema para o novo arranjo institucional sob a Convenção será baseado em três pilares básicos: governo; mecanismo facilitativo; e mecanismo financeiro, cuja organização básica incluirá o seguinte:

Governo Mundial (título acrescentado)

(a) O governo será regido pela COP ["Climate Change Conference", Coferência sobre Mudança do Clima]com o apoio de um novo órgão subsidiário sobre adaptação e de um Conselho Executivo responsável pelo gerenciamento dos novos fundos e dos processos e órgãos facilitativos relacionados. O atual secreatriado da Convenção operará como tal, conforme apropriado.

Redistribuir Riqueza (título acrescentado)

b) O mecanismo financeiro da Convenção incluirá um fundo multilateral de mudança climática incluindo cinco janelas: (a) uma janela de Adaptação, (b) uma janela de Compensação, para tratar de perdas e danos do impacto da mudança climática [leia-se a "dívida climática a que se referiu Monckton], incluindo seguro, rehabilitação e componentes compensatórios, (c) uma janela de Tecnologia; (d) uma janela de Mitigação; e (e) uma janela REDD ["Reducing Emissions from Deforestation and Degradation", Reduzindo Emissões do Deflorestamento e Degradação], para apoiar processos multi-fásicos para incentivos positivos para florestas relacionados a ações REDD.

Com Autoridade para Aplicação [Enforcement] (título acrescentado)

O mecanismo facilitativo da Convenção incluirá: (a) programas de trabalho para adaptação e mitigação; (b) um processo REDD de longa duração;(c) um plano de ação tecnológico de curta duração; (d) um grupo de especialistas em adaptação estabelecido pelo órgão subsidiário em adaptação,e grupos de especialistas em mitigação, tecnologias e monitoramento, relatoria e verificação; e (e) um registro internacional para monitoramento, relatoria e verificação de observância dos compromissos de redução de emissões, e a transferência de recursos técnicos e financeiros de países desenvolvidos para países em desenvolvimento. O secretariado fornecerá apoio técnico e administrativo, inclusice um novo centro para troca de informações.

Só para documentar MAIS UMA VEZ que a Globo não é jornalismo, é apenas propaganda, publicidade...

Com tudo que já leram aqui sobre a farsa do aquecimento global causado pelo CO2 das atividades humanas, perguntemo-nos:


UMA EMPRESA QUE EM TESE EXISTE PARA LEVAR FATOS AOS CIDADÃOS TERIA O DIREITO DE CRIAR UMA "MATÉRIA" COMO ESTA?


Quem ainda não viu o professor MOLION na Band, clique abaixo. São quarenta anos dedicado ao estudo do clima e um impressionante currículo nesta área. Ele em certo momento explica porque pode falar a verdade: "estou velho", ou seja, não preciso lamber o saco escrotal de ninguém para ganhar empreguinhos e afagos de sociopatas e dementes:


O cliente aparece nesta propaganda da Globo:


ONU, um dos braços da Nova Ordem Mundial



Antártica tem as explicações para o aquecimento global

A repórter Sonia Bridi viajou ao continente gelado e mostra porque a ação humana está provocando o degelo.


06/12/2009

Nos últimos dias, uma polêmica agitou o meio científico internacional. As pesquisas que comprovam o aquecimento global foram colocadas sob suspeita. Mensagens trocadas entre cientistas revelariam que uma das pesquisas teria sido fraudada para reforçar a tese de que o planeta está esquentando.

Cientistas ligados à ONU contra-atacaram. E divulgaram, ontem, um comunicado reafirmando que o aquecimento climático é "inequívoco". Essa polêmica é especialmente explosiva porque acontece no momento em que o mundo está de olho em um encontro histórico, na Dinamarca.

Representantes de 190 países já estão em Copenhague e, a partir de amanhã, eles começam a discutir o futuro do planeta. Está nas mãos deles decidir se estão todos dispostos a agir e, assim, evitar que as mudanças climáticas sejam catastróficas.

O mundo inteiro está preocupado. A Terra já está quase 1ºC mais quente do que há 150 anos, quando começou a era industrial. E os efeitos desse aquecimento já são visíveis.

O maior desafio dos países reunidos em Copenhague é limitar a emissão de gases do efeito estufa. Especialmente o mais célebre deles, o gás carbônico, o CO2. Existem outros fatores que levam ao aquecimento global. Mas está comprovado que há uma relação direta entre o aumento da concentração do gás na atmosfera e o aumento da temperatura.

Como chegamos a este ponto? Tudo começou na revolução industrial. Foi quando passamos a usar máquinas, movidas a carvão e a petróleo, para fabricar produtos ou para o transporte. Carvão e petróleo, quando queimados, liberam CO2.

As explicações para tudo isso estão em uma das regiões mais remotas do planeta - a Antártica, o continente gelado.

VEJA OS BASTIDORES DA REPORTAGEM NA ANTÁRTICA

E agora, o que vai acontecer com o planeta?

Os cientistas afirmam que, se conseguirmos baixar drasticamente as emissões - devemos chegar ao final do século, com um aumento de temperatura de cerca de 2ºC. Parece pouco, mas isso pode provocar mudanças climáticas dramáticas, mais furacões, enchentes, secas, situações de frio extremo e calor extremo, aumento do nível do mar. Mas se não conseguirmos controlar o aquecimento, se a tendência atual das emissões de CO2 continuar, estima-se um aumento de 4ºC até 2100. Um mundo completamente diferente do que conhecemos. A definição de como será esse mundo, começa amanhã, em Copenhague.

Iberoamérica: a visão de um estrangeiro

Não postei este vídeo por causa da "análise" de Che "Maldito Sociopata Assassino e Imundo" Guevara. Atentem para o que Galeano fala sobre a América Latina no final. Olhem que importante esta visão de um estrangeiros sobre nós.

Parabéns Galeano. Te acho um merda conversador fiado, um gramscista tão maldito ou mais que o porco imundo do qual você fala. Mas é preciso reconhecer que você percebe a Iberoamérica com olhos muito lúcidos. Aqui falamos uma coisa e fazemos outra. A ação desconhece a fala. "Nóçus pulíticus" prometem pão e dão pedra, prometem educação e dão doutrinação da mais vagabunda e para um mundo sociopático.

A Iberoamérica é, de fato, delirante...

As ONG’s amigas das FARC

Fonte: HEITOR DE PAOLA


Mary Anastasia O’Grady


No momento em que os Estados Unidos se preparam para enviar 30.000 soldados adicionais ao Afeganistão em uma missão que incluirá defender a população civil em uma narco-economia, a experiência da Colômbia com o narcotráfico e o terrorismo poderia ser útil.


O testemunho do ex-segundo no comando da quinta frente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, FARC, que opera na região bananeira de Urabá, também um centro do narcotráfico, poderia servir como a primeira lição.


O ex-comandante guerrilheiro Daniel Sierra Martínez, cognome “Samir”, se entregou às autoridades colombianas em dezembro de 2008 em resposta a uma oferta de reconciliação nacional do presidente Álvaro Uribe. Em troca de uma redução da pena, teve que dar informações sobre o que fez durante as duas décadas em que pertenceu às FARC.


Na semana passada, as autoridades colombianas concordaram em permitir que “Samir” se sentasse comigo e me falasse de sua experiência como guerrilheiro. Samir me deu muita informação sobre o negócio da cocaína das FARC e sua exploração da população civil em zonas designadas por “organizações não-governamentais” como “comunidades de paz”. Também me disse que os supostos pacifistas que dirigem a ONG local eram seus aliados e uma ferramenta importante das FARC em seu esforço para desacreditar o Exército.


Em um discurso em setembro de 2003, o presidente Uribe expressou seu temor ante a possibilidade de que alguns grupos de “direitos humanos” fossem fachadas para os terroristas. Chris Dodd, um democrata que representa o estado de Connecticut, atacou o presidente colombiano por fazer essas declarações. Porém, os comentários de Uribe estavam respaldados por informação recolhida pelos serviços de inteligência da Colômbia. Agora, o testemunho de “Samir” e de muitos outros que saíram da selva, dá mais peso a asseveração de Uribe.


O território da quinta frente inclui um povoado chamado San José de Apartadó, que foi designado como uma comunidade de paz em meados dos anos 90, seguindo um plano proposto pela diocese católica. A idéia era criar um lugar onde a população civil pudesse viver sem medo dos paramilitares ou da guerrilha. Como reportei em novembro de 2003, a administração desta proposta, que prometeu o pleno desarmamento de todas as partes residentes na “comunidade de paz”, foi posta nas mãos de um grupo composto por pessoas de diferentes congregações religiosas chamado “Justiça e Paz”, uma ONG colombiana. “Justiça” tem o respaldo da Anistia Internacional e das Brigadas Internacionais de Paz.


Porém, a comunidade de paz em San José de Apartadó, segundo Samir, estava muito longe de ser neutra. Ao contrário, diz, as FARC tinham uma relação próxima com seus lideres desde o princípio. Samir diz que a comunidade de paz era um refúgio para os rebeldes feridos e doentes das FARC, e para armazenar fornecimentos médicos. Diz também que os fornecedores do grupo armado se reuniam com guerrilheiros no povoado, onde sempre havia também cinco ou seis membros das Brigadas Internacionais de Paz.


Segundo Samir, a comunidade de paz ajudou as FARC em seu esforço para rotular o Exército colombiano como um violador dos direitos humanos. Quando a comunidade se preparava para acusar alguém de uma violação dos direitos humanos, Samir organizava as “testemunhas” arrumando membros das FARC que posavam de civis para que dessem seu “testemunho”.


Edward Lancheros, um membro do conselho da comunidade de paz e seus associados (que incluem um padre jesuíta chamado Javier Giraldo, e Gloria Cuartas, a prefeita de esquerda da municipalidade que inclui San José de Aparatadó), insistiram que “a paz” requeria que o Exército se mantivesse distante dessa zona. Porém, os paramilitares não estavam dispostos a acatar tal convenção. Quando houve enfrentamentos entre as FARC e os “paras”, diz Samir, a comunidade de paz jogou um papel determinante em dar forma à história para fomentar o público a culpar o governo.


Um incidente deste tipo ocorreu no ano 2000, quando os “paras” detiveram uma ambulância que transportava um guerrilheira doente e dispararam. Samir diz que a comunidade de paz disse que ela era um membro de seu grupo e alegou que o Exército a matou. A comunidade também ajudou a ocultar a presença das FARC na zona. Em 2005, disse Samir, um guerrilheiro das FARC chamado “Alejandro” foi assassinado pelos “paras”. A comunidade de paz insistiu que ele era um civil que fazia parte de seu grupo.


Samir diz que não esteve de acordo com a decisão das FARC de se envolver no narcotráfico e de trabalhar com paramilitares que transportavam droga. Também objetou a exploração da população local por parte do grupo guerrilheiro. Cansado de tudo isso, liderou uma tentativa de pôr limite aos abusos das FARC e, em 2008, mais de duas dúzias de zonas declararam sua independência da comunidade de paz. Samir foi então acusado de ser infiltrado do Exército e o Secretariado das FARC ordenou que fosse submetido a um conselho de guerra. Samir então, decidiu se entregar.


Evidentemente, seus adversários o acusam de inventar tudo isto para congratular-se com o governo. Porém, o que não se pode negar é que enquanto as FARC foram desacreditadas pelo grosso da população rural, foi o Exército da Colômbia, não a assim chamada “comunidade de paz”, quem pacificou Urabá e deu nova vida a seus habitantes.


Fonte: www.eldiarioexterior.com


Tradução: Graça Salgueiro

Porque AL GORE odeia os Estados Unidos, o desenvolvimento, as sociedades meritocráticas e, portando a moralidade e outras virtudes

Aviso aos espertalhões

Olavo de Carvalho
O Globo, 30 de setembro de 2000

http://www.olavodecarvalho.org/semana/espertalhoes.htm

Tempos atrás escrevi para uma revista um artigo sobre a espionagem chinesa no laboratório nuclear de Los Alamos. O presidente Clinton mandara abafar as investigações do FBI, ao mesmo tempo que agentes do seu Governo pressionavam estúdios de cinema para que retirassem de circulação vários filmes, entre os quais "Kundun", de Martin Scorsese, e "Sete anos no Tibete", de Jean-Jacques Annaud, que denunciavam atrocidades chinesas no Tibete (um milhão de mortos, àquela altura). O presidente dos Estúdios Disney confirmara, em entrevista, ter cedido às pressões, segundo ele, para não prejudicar as negociações entre empresas americanas e o Governo chinês.

O artigo, embora não contivesse nada de novo e se limitasse a resumir coisas que eu tinha lido nas colunas de Thomas Sowell, David Horowitz e Joseph Farah, os melhores comentaristas da imprensa conservadora americana (que no Brasil, é verdade, ninguém lê), suscitou escândalo. Pessoas que achavam que entendiam do assunto julgaram-no excessivamente venenoso porque insinuava uma cumplicidade de Clinton com o militarismo chinês para interpretar fatos que, segundo elas, podiam ser facilmente explicados pelos interesses comerciais dos EUA na China.


Por esse miúdo acontecimento pode-se avaliar o quanto a classe letrada brasileira ainda está presa à visão folclórica que crê poder compreender toda a política exterior americana pela mistura estereotipada de comercialismo e anticomunismo que talvez tenha até bastado para caracterizá-la, grosso modo, durante um curto período no pós-guerra, mas que hoje se tornou apenas um pretexto para pseudo-intelectuais do Terceiro Mundo se apegarem a uma cegueira atávica.


Depois do caso de Los Alamos, muita coisa veio à tona. As ligações da atual elite governante americana com o comunismo revelaram-se mais profundas do que o mais paranóico dos mccarthystas podia ter suspeitado.


O vice-presidente Al Gore, por exemplo, é filho do senador Albert Gore, cuja carreira política foi financiada pelo big boss do petróleo, Armand Hammer. Hammer, que se gabava de ter Albert Gore "no bolso", foi um dos capitalistas ocidentais que investiram pesadamente na economia soviética após a revolução, ganhando muito dinheiro com a consolidação da ditadura comunista. Amigo íntimo de Lênin, ele sempre ostentou a imagem do puro capitalista interesseiro e sem ideologia: o protótipo mesmo do pragmatismo apolítico que, durante o Governo Clinton, serviu de pretexto para justificar os favores concedidos à China, inclusive a abstenção de examinar ali as violações de direitos humanos, que em todos os demais países (inclusive o Brasil) o stablishment americano fiscaliza com olhos de águia e denuncia com implacável rigor.


Mas desde a abertura dos arquivos soviéticos essa imagem mostrou ser apenas uma máscara de safadeza vulgar usada para encobrir algo de verdadeiramente sinistro: Hammer, segundo o provam documentos recém-publicados pela "Yale University Press", era de fato um membro oficial da rede de financiamento do Comintern. Seus negócios eram pura fachada de uma imensa máquina de guerra soviética contra os EUA. Um deles, um banco sediado na Estônia, fazia a lavagem de dinheiro para o Partido Comunista americano. Outra empresa sua, a Allied Drug and Chemical Company, foi usada para furar o bloqueio econômico, passando à URSS produtos químicos vitais.


Armand era filho de Julius Hammer, fundador do Communist Labor Party americano e médico condenado à prisão pela morte de uma paciente durante um aborto ilegal. Gente finíssima. Logo após a tomada do poder pelos comunistas, pai e filho foram viver na URSS, numa luxuosa mansão da época tzarista.


Tal é a origem dos recursos que fizeram de Al Gore um rapaz de futuro. Nos tempos em que os EUA ligavam para a moral e para o anticomunismo, essa história bastaria para vetar uma candidatura a juiz de paz no estado de Idaho.


Mas o exemplo de Hammer é altamente instrutivo. Onde quer que você veja um capitalista advogando um pragmatismo aproveitador que -- por acaso, por mero acaso -- favoreça interesses comunistas ao mesmo tempo que contribui para impingir à opinião pública a imagem do capitalismo como um regime cínico, amoral e sem escrúpulos, é melhor investigar quem é que o "tem no bolso". Há quase um século os comunistas possuem know-how bastante para lucrar duplamente com esse gênero de prestidigitações: ganham dinheiro e ainda enlameiam a reputação do adversário.


Como a classe afluente no Brasil é prodigiosamente inculta e sem formação moral, é grande, neste país, o número de empresários prósperos que se gabam de personificar uma síntese de astúcia amoral e neutralidade ideológica que lhes parece o supra-sumo da modernidade. Quando pensam encarnar o espírito mesmo do capitalismo, não sabem que esse capitalismo foi inventado por Lênin e Armand Hammer. O outro capitalismo, o verdadeiro, é aquele que, segundo Adam Smith, necessita da honestidade como um peixe precisa de água; aquele que, segundo Alain Peyrefitte, tem por único fundamento a confiança dos homens na lealdade de seus semelhantes.


Querer praticar esse capitalismo sem uma firme convicção moral e um firme compromisso político é querer dirigir um caminhão em alta velocidade lendo ao mesmo tempo um exemplar da "Playboy".


Os que pensam que podem fazê-lo imaginam que são capitalistas, mas não são: são os parasitas e estranguladores do capitalismo. Acreditando-se espertos, são os fantoches com que, no teatrinho didático da propaganda comunista, os instrutores ilustram para os aprendizes a lição de Lênin: "Incentivar a corrupção e denunciá-la."

TODO SANTO DIA!

Fonte: ViVerdeNovo

QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO DE 2009


Por Arlindo Montenegro


Os brasileiros recebem na cara as porradas noticiosas sobre corrupção e impunidade. Os envolvidos são políticos e empresários. Através de jornais impressos, radio, televisão, blogs, chegam notícias do Brasil inteiro, situando o País entre os mais corruptos do planeta. Êpa! O País? É assim que todos os nacionais levamos a fama dos crimes continuados, de responsabilidade dos profissionais da política, dos poderosos do primeiro escalão e seus financiadores de campanhas: bancos, empreiteiras de obras e outros governantes estrangeiros tão ou mais corruptos e ditatoriais.

Esculhambada a cultura, a ética foi para o lixo, as instituições ficaram desacreditadas e a nação perdeu o rumo. Por insistência dos que ainda acreditam em princípios e valores éticos, espirituais, diferente dos que veneram o deus dinheiro sobre todas as coisas, ainda podemos exercitar um pouco de liberdade de opinião.

Em Brasília, centro do poder e da corrupção, realiza-se uma Conferência de Comunicação, onde os radicais da ideologia marxista, babando que nem cachorro louco, defendem teses fascistas de “controle social da mídia”. Querem fazer como em Cuba, como na Venezuela, como na Argentina, todos proibidos de criticar os governantes e seus asseclas que seguem as diretrizes do Foro de São Paulo.

Corruptos e corruptores competem com o crime organizado no país inteiro.Em decorrência da corrupção falta saneamento, falta merenda escolar, falta transporte digno, faltam estradas transitáveis, falta água, os apagões causam perdas, as enchentes levam dezenas de milhares ao desespero e desamparo, a miséria no norte e nordeste persiste à falta de investimentos, balas perdidas, acidentes de trânsito e homicídios enlutam famílias, as drogas engrossam fileiras de conformistas desmiolados e nos deparamos com notícias que citam:

“O Ministério Público de São Paulo pediu a condenação da ex-prefeita Marta Suplicy (PT) por improbidade administrativa (...) em obra orçada em R$ 34,9 milhões, superfaturada, (...) autorizou "pagamentos indevidos" à OAS...”

“...ação civil pública de improbidade administrativa contra cinco funcionários da Infraero... construtoras OAS, Camargo Corrêa e Galvão, e pela Planorcon... por sobre-preço e faturamento de 145 milhões de Reais...”

“...ação civil pública por improbidade administrativa contra a Fundação José Sarney...”

“Agência Nacional de Vigilância Sanitária demora, em média, dez meses para expedir uma licença... as empresas brasileiras ficm em situação desfavorável em relação aos concorrentes estrangeiros.”

“Omenir da Cruz Cortopassi morreu em 9 de abril de 2007. Mesmo assim, o petista morto votou 2 vezes na eleição do Diretório Estadual do Rio em 2009.”

“Deputado João Magalhães (PMDB-MG) apontado como o principal operador de um esquema fraudulento que desvio R$ 700 milhões de verbas do PAC... e tem que explicar para onde foi a verba (de 300 mil Reais) “destinada a eventos patrocinados nem sequer foram de fato realizados.”

“Brasil perdoa US$ 315 milhões da dívida de Moçambique.”

“Brasil perdoa US$ 83,1 milhões de dívida da Nigéria.”

“Brasil perdoa dívida de US$ 52 milhões da dívida da Bolívia.”

“Brasil perdoa US$ 141 milhões da dívida da Nicarágua.”

“Brasil perdoa 150 milhões de dólares da dívida de Cuba e Lula empresta 450 milhões de dólares para o ditador Fidel Castro construir obras portuárias, usina de álcool combustível e um hotel...”
“OAB critica perdão de Lula à dívida de US$ 36 milhões, do Gabão.”

“Lula libera milhões de dólares para a construção do metrô de Caracas, na Venezuela.”

“Através do BNDES, Lula emprestou milhões de dólares a BOLÍVIA para a construção de uma estrada.”

“O governo gasta, anualmente, mais de 10 milhões de reais com cartões de créditos corporativos distribuídos aos ministros”

“...acordos entre a construtora Camargo Corrêa e outras empresas para fraudar licitações e superfaturar contratos de 14 obras no país...na calha do rio Tietê, na Refinaria do Vale do Paraíba, na Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba e na Usina Termoelétrica da Petrobras, em Cubatão.
nos metrôs de Brasília, Rio, Salvador e Fortaleza; duas refinarias no Paraná e uma em Pernambuco; o aeroporto de Vitória, o atracadouro de Alcântara (MA) e a BR-101...”

Tudo isto aí acima é pago com o trabalho, com os impostos, com o sangue e suor dos brasileiros, atônitos diante de tanto cinismo e palavrão, tanta mentira e roubalheira. Uma vez confiamos. Agora sabemos que eles não merecem nosso respeito nem a nossa confiança.

ARAUTOS E PROFECIAS DO AMBIENTALISMO NEO-COMUNISTA

Fonte: VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO


Vejam abaixo nesta lista de canalhices quem dela faz parte. Temos Bin laden, João Pedro Stédile, Evo Morales, Hugo Chávez, entre outros sociopatas. Dá para entender pelas declarações de muitos porque, como diz o blog de onde copiei este material (fonte acima) que O VERDE É A NOVA COR DO COMUNISMO?

Pois "se anda como um pato, se grasna como um pato, se tem bico de pato, penas de pato, pés de pato, de seus ovos nascem pequenos patos, então, a coisa é um pato". Evo diz, por exemplo, que para acabar com o aquecimento global causado pelo homem temos que acabar com o capitalismo. Evo e as gangues do FORO DE SÃO PAULO e do MOVIMENTO CONTINENTAL BOLIVARIANO (aliás, são a mesma gangue) berram pelo SOCIALISMO/COMUNISMO DO SÉCULO XXI e pela REVOLUÇÃO BOLIVARIANA e grande parte das declarações vai na mesma direção. Temos ainda a tal justiça social em discursos, nada mais socialista/comunista que isto. Reforma agrária, que não colocou até agora nem um grão de arroz nas prateleiras dos supermercados brasileiros, também entra na jogada como a solução para que todos tenham alimento em suas mesas. Ou seja, o que na prática estamos vendo que não deu nenhum resultado eles querem que seja A solução contra a destruição do universo pelas mãos dos homens. O resto vocês lerão abaixo, é uma enxurrada de material fecal...

Sim, verde é a nova cor do comunismo.

ARAUTOS E PROFECIAS DO AMBIENTALISMO NEO-COMUNISTA


“Climate justice now!”

“Climate justice now!”
“Para nós, as lutas pela justiça climática e pela justiça social são uma mesma coisa. É a luta por territórios, terras, florestas e água, para a reforma agrária e urbana, soberania alimentar e energética, para as mulheres e os direitos do trabalhador. É a luta pela igualdade e a justiça para os povos indígenas, para os povos do Sul global, para a redistribuição da riqueza e para o reconhecimento da dívida histórica ecológica devida pelo Norte”.

“Via Campesina Internacional”:

“Via Campesina Internacional”:
“As atuais formas globais de produção, consumo e mercado causaram uma destruição massiva do meio ambiente, incluindo o aquecimento global, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo num ritmo sem precedentes. Exigimos urgentemente:

“1) O desmantelamento completo das companhias de agrocombustíveis. 2) A substituição da agricultura industrializada pela agricultura sustentável apoiada por verdadeiros programas de reforma agrária.”

Paul Singer, apologista da “economia solidária”:

Paul Singer, apologista da “economia solidária”:
“o padrão de consumo no mundo vai ter que mudar. Teremos que fazer um só automóvel levar mais gente, criar bolsões de bicicleta e ciclovias, entre outras coisas. O aquecimento global deve ser contido o mais depressa possível. Teremos que voltar a uma dieta de cereais. Seremos condenados à fome se não mudarmos nossa forma de alimentação.

Carlos Vicente, da “Ação Internacional pelos Recursos Genéticos”:

Carlos Vicente, da “Ação Internacional pelos Recursos Genéticos”:
“precisamos substituir o transporte de carros individuais, que consomem muita gasolina e álcool, pelo transporte coletivo, (...) as conseqüências perversas do aquecimento do planeta, das mudanças climáticas, podem levar para pressionar os governos a que realizem tais mudanças.” (revista Biodiversidad, 4-6-2007)

Ross Gelbsan, ativista ambiental:

Ross Gelbsan, ativista ambiental:
“Não somente os jornalistas não estão obrigados a informar o que dizem os cientistas céticos sobre o aquecimento global. Eles estão obrigados a não noticiar o que esses cientistas dizem.

IPCC e a “desertificação” da Amazônia:

IPCC e a “desertificação” da Amazônia:
“o IPCC (...) conclui, com 80% de certeza, que mais da metade da floresta amazônica pode se transformar em savana (...) A mudança climática tende à desertificação e salinização de áreas próprias para a agricultura. O semi-árido poderá passar para zona árida levando à extinção de várias espécies da flora e fauna.” (Agência Brasil, 6/04/07)

Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC:

Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC:
“O estilo de vida ocidental é insustentável. Eu não entendo por que não pode haver um medidor em cada quarto de hotel para registrar quanto V. consome com o ar condicionado ou aquecimento e depois V. pagar. Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas. O uso de carros deve ser reprimido. Acho que podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares. Os restaurantes oferecerem água gelada aos clientes é um esbanjamento enorme. Acho que (...)os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.” “The Observer”, 29.11.2009.

Evo Morales, presidente da Bolívia:

Evo Morales, presidente da Bolívia:
“Se quisermos salvar a Terra e a humanidade, não temos outra alternativa a não ser acabar com o sistema capitalista”. (entrevista coletiva na COP-15, Copenhague).

David Foreman, porta-voz da Ong 'Earth First!':

David Foreman, porta-voz da Ong \
“O homem não é mais importante que qualquer outra espécie... Bem poderia ser que nossa extinção conserte as coisas”. citado por John Fayhee na revista 'Backpacker', setembro 1988, p. 22

George Monbiot, ambientalista do “The Guardian”, Londres:

George Monbiot, ambientalista do “The Guardian”, Londres:
“Eu poucas vezes me senti tão sozinho. Diante da crise [Climategate], eu sei que a maioria dos ambientalistas adotaram o negacionismo. (...) Não há modo de salvá-lo. Phil Jones [chefe da Climatic Research Unit, ver post sobre Climategate] tem que cair fora, quanto mais demorar, pior vai ser para ele”.

George Monbiot (II), ambientalista do “The Guardian”, Londres:

George Monbiot (II), ambientalista do “The Guardian”, Londres:
“Não há como negá-lo: estamos perdendo. A negação da mudança climática está se espalhando como uma doença contagiosa. (...) Pesquisa no mês passado do Pew Research Centre sugere que a proporção de americanos que acreditam haver provas sólidas do aquecimento caiu de 71% para 57% em apenas 18 meses. Pesquisa da Rasmussen Reports sugere que os eleitores americanos que acham que o aquecimento global tem causas naturais (44%) superam os que acreditam que é resultado da ação humana (41%).”

Jonathon Porrit, decano dos "gurus verdes" no Reino Unido:

Jonathon Porrit, decano dos "gurus verdes" no Reino Unido:
“[precisamos de uma catástrofe para fazer mudar qualquer coisa] falei em sentido literal. A única maneira de sacudir essa negação é um choque tão profundo e tão doloroso no sistema que não teremos outra escolha senão fazer essas mudanças.” “Expresso”, Portugal, 6.12.2009.

Hans Joachim Schellnhuber, conselheiro chefe do governo alemão para proteção climática:

Hans Joachim Schellnhuber, conselheiro chefe do governo alemão para proteção climática:
“Cada pessoa na terra só poderia produzir 110 toneladas de CO2 entre 2010 e 2050 (…) Alemanha, EUA e outros países industrializados já esgotaram sua cota (…) cada pessoa nesses países deveria pagar €100 por ano (…) As cifras parecem gigantescas (…) se os alemães não mudam seus hábitos o próximo governo deverá adotar um novo e drástico plano climático”. “Der Spiegel”, 09/04/2009.

Paul Ehrlich, no livro “The Population Bomb”, Ballantine Books 1968:

Paul Ehrlich, no livro “The Population Bomb”, Ballantine Books 1968:
“Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ... Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional … compulsivo se os métodos voluntários fracassam”.

David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!':

David Foreman, porta-voz da ONG \
“Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana”.citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990, p. 18

João Pedro Stédile, líder do MST:

João Pedro Stédile, líder do MST:
“Os problemas são tão grandes que a sociedade tem que tomar uma decisão: ou muda ou vai para o brejo. (...) Cientistas advertem que, se o aquecimento global aumentar mais, vai trazer umdesequilíbrio na vida do planeta que pode levar inclusive a uma catástrofe do ser humano. Um grande problema é a falta de acesso à água potável para a maioria dos seres humanos. Setenta por cento da água potável do planeta é utilizada para irrigar o agronegócio e só 30% é destinada aos animais e às pessoas.”

Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês:

Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês:
“A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente... [Para nos preservarmos das pandemias] “é preciso montar uma polícia mundial, criar reservas mundiais de alimentos e aplicar um sistema de impostos mundial. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas”. Blog “Conversation avec Jacques Attali”.

Timothy E. Wirth, ex-senador e ex-assessor de Al Gore, presidente da ‘United Nations Foundation’:

Timothy E. Wirth, ex-senador e ex-assessor de Al Gore, presidente da ‘United Nations Foundation’:
Ainda que a teoria do aquecimento global esteja errada, nós estaremos fazendo a coisa certa em termos de política econômica e ambientalista”.

Jeffery Sachs, diretor do The Earth Institute:

Jeffery Sachs, diretor do The Earth Institute:
“Obama está inaugurando um novo rumo histórico reorientando a economia do consumo privado para o investimento publico. A ideologia do livre mercado é um anacronismo na era da mudança climática”.

David Attenborough, diretor de 'The Optimum Population Trust':

David Attenborough, diretor de \
“Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana.

“Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais”. (The Telegraph, 14.4.2009)

Paul W. Taylor, professor de ética na City University, New York, no livro “Respect for Nature”:

Paul W. Taylor, professor de ética na City University, New York, no livro “Respect for Nature”:
“Se se der o total, absoluto e definitivo desaparecimento do Homo Sapiens, não somente a comunidade da vida na Terra continuará a existir… mas o fim da época humana sobre a Terra será comemorada com um caloroso 'Feliz libertação'!” (Princeton Univ Press, 1989) pg. 115

Maurice Strong, secretário geral da Conferência da ONU para Meio Ambiente e Desenvolvimento ECO-92:

Maurice Strong, secretário geral da Conferência da ONU para Meio Ambiente e Desenvolvimento ECO-92:
“Não é que a única esperança para o planeta consiste no colapso das civilizações industriais? Não é nossa responsabilidade torná-la realidade?”

Premiê socialista espanhol na ONU “luta contra a mudança climática":

Premiê socialista espanhol na ONU “luta contra a mudança climática":
“O mais singular da intervenção de Zapatero foi a ênfase na luta contra a mudança climática. Embora a Espanha seja o país mais atingido pela recessão econômica, com um desemprego pero de 20%, ele garantiu que o aquecimento global terá efeitos “muito mais devastadores para as gerações vindouras” e que “a saída da crise passa pelo crescimento sustentável”. (El País, Madri, 25/09/2009)

Stewart Brand, em 'The Whole Earth Catalog':

Stewart Brand, em \
“Nós fazíamos votos… por um desastre ou por uma mudança social vindoura que nos catapultasse de volta para a idade de pedra”. Brand abdicou de muitas idéias extremistas partilhadas com ambientalistas.

Faye Dunaway, porta-voz de “Mother Earth/Gaia” na série 'Voice of the Planet':

Faye Dunaway, porta-voz de “Mother Earth/Gaia” na série \
“Você acha que Hiroshima foi ruim, mas eu quero te dizer: Hiroshima não foi suficientemente ruim!”

Osama bin Laden:

Osama bin Laden:
A vida da humanidade toda está em perigo por causa do aquecimento global provocado, em grande medida, pelas emissões das fábricas das grandes corporações; (...) as estatísticas falam damorte e da migração de milhões de seres humanos por causa desse aquecimento , especialmente na África.”

Premiê socialista britânico Gordon Brown:

Premiê socialista britânico Gordon Brown:
“Não podemos nos permitir o fracasso [em Copenhague 2009]. Se hesitamos, a Terra estará em perigo. Para o planeta não há Plano B. Não podemos ceder diante da catástrofe de uma mudança climática não controlada”.(Foro das principais economias sobre Energia e Clima).

Rajendra K. Pachauri, presidente do IPCC:

Rajendra K. Pachauri, presidente do IPCC:
“há necessidade de mudar os estilos de consumo. Reduzir o tamanho da industria pecuarista por meio da redução do consumo é a via mais efetiva para cortar as emissões de gases estufa. (…) Uma mudança nos níveis de consumo será necessário para ter um CO2 baixo e uma sociedade sustentável.”

Suprema Mestra Ching Hai, "vinda do Himalaia":

Suprema Mestra Ching Hai, "vinda do Himalaia":
“Precisamos salvar este planeta primeiro, para que possamos ficar. Pois se todo o gelo derreter, e se o mar ficar quente, então o gás poderia ser liberado do oceano, e poderíamos ser envenenados. Do modo como vai, se eles [os políticos] não consertarem, será o fim em 4 ou 5 anos. (...) Eles precisam ser vegetarianos (...)proibindo a carne, citando todo o mal que a carne causa aos seres humanos e ao planeta (...) o vegetarianismo serve para diminuir a má distribuição da energia (carma) e comover a misericórdia do Céu”.

Ted Turner, bilhonário fundador da CNN:

Ted Turner, bilhonário fundador da CNN:
“O aquecimento global matará a maioria de nós, e fará do resto uns canibais.”

Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá:

Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá:
“Não tem importância se nossa ciência toda é falsa, há benefícios ambientais colaterais... a mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo.”

David Suzuki, líder contra os políticos que no aderem ao alarmismo climático:

David Suzuki, líder contra os políticos que no aderem ao alarmismo climático:
“Eu gostaria desafiar vocês a fazerem um bom esforço para ver se há uma via legal para meter no cárcere nossos assim chamados líderes, porque o que eles estão fazendo é um ato criminal”.

Barbara Stocking, executiva chefe de Oxfam na Gra-Bretanha:

Barbara Stocking, executiva chefe de Oxfam na Gra-Bretanha:
“Transferir fundos dos países ricos para ajudar os pobres e vulneráveis a se adaptarem â mudança climática não é sequer o 1% do necessário. Esta injustiça flagrante deve ser tratada na Conferência de Copenhague em dezembro [2009].”

Emma Brindal, coordinadora da ‘Campanha pela Justiça Climática’ de Friends of the Earth:

Emma Brindal, coordinadora da ‘Campanha pela Justiça Climática’ de Friends of the Earth:
“A resposta à mudança climática deve trazer no seu cerne a redistribuição dos recursos e da riqueza.”

Prefeitura de São Paulo: boicote à carne para “salvar o planeta”

Prefeitura de São Paulo: boicote à carne para “salvar o planeta”
“A campanha “Segunda Sem Carne” terá o apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo.

“A justificativa, segundo a secretaria, é quea dieta carnívora em ampla escala “é comprovadamente insustentável”, além de não trazer benefícios à saúde.” (Folha de S. Paulo, 20/9/2009)

Líder de Greenpeace aceita que torceu dados sobre o Ártico, mas diz ser "direito" dos ambientalistas

Gerd Leipold, diretor executivo de Greenpeace, reconheceu na BBC de Londres ser falsa sua predição de que o Ártico derreteria até 2030. Porém, reivindicou o “direito” de tratar das questões ambientalistas “num nível emocional” para mudar a forma de pensar da opinião pública. A discussão começou por um comunicado de Greenpeace de 15 de julho 2009 intitulado “é necessária uma ação urgente, o Ártico derrete". Leipold, porém, voltou depois ao realejo de que o “o estilo de vida dos ricos não é um modelo sustentável”.

Frei Betto: frade dominicano teólogo da libertação:

Frei Betto: frade dominicano teólogo da libertação:
A bandeira da ecologia também é revolucionária. A questão ecológica atinge indistintamente a todos. (...) Nós tínhamos uma idéia de classe, muito permeada pelo econômico. Às vezes, deixávamos de ampliar o leque de aliados por não perceber que há demandas que dizem respeito à vida das classes dominantes, tanto quanto à nossa vida, como é a questão do meio ambiente.” “Desafios da Educação Popular”.

Filme “A era da estupidez” reedita falsos de Al Gore:

Filme “A era da estupidez” reedita falsos de Al Gore:
“Com estreia nos EUA e no Canadá na véspera da reunião extraordinária da ONU sobre o clima, e no resto do mundo (inclusive no Brasil), o filme é um libelo político.

“O roteiro tem a tarefa difícil de emocionar um público já saturado de mensagens catastrofistas sobre o clima e exposto nos últimos anos a filmes como o documentário “Uma Verdade Inconveniente”. (Folha de S.Paulo, 21/09/2009)

Thomas E. Lovejoy, conselheiro do Banco Mundial:

Thomas E. Lovejoy, conselheiro do Banco Mundial:
“O planeta esta no ponto de ser tomado pela febre, se é que já não o fez, e nós humanos somos a doença. Nós deveríamos estar em guerra contra nós mesmos e contra nossos estilos de vida”.

John Theodore Houghton, primeiro presidente do IPCC, co-premiado com o Nobel da Paz:

John Theodore Houghton, primeiro presidente do IPCC, co-premiado com o Nobel da Paz:
“Se nós não anunciarmos desastres, ninguém nos ouvirá”.

Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff:

Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff:
“A roda do aquecimento global não pode mais ser parada, (...) a Terracomo conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40% de sua capacidade de reposição. Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana. “Uma Silva sucessora de um Silva?”, agência Adital.

Robert F. Kennedy, Jr.:

Robert F. Kennedy, Jr.:
“Os criadores de porcos em grande escala são uma ameaça maior para os EUA e para a democracia americana que Osama bin Laden e sua rede terrorista”.

Senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva:

Senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva:
“Chico (Mendes) talvez nem soubesse o que queria dizer ecologia e muito menos holocausto ecológico quando começou sua romaria pela floresta para organizar a peãzada dos seringueiros ‒ primeiro, no sindicato dos trabalhadores rurais e, mais tarde, para criar o PT. (...) ele acabou juntando numa bandeira só a luta ecológica, a luta sindical e a luta partidária, porque sabia que elas são indissociáveis...”

John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama:

John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama:
“Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’ Livro: “Ecoscience: Population, Resources, Environment”.

Noel Brown, ex-diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU:

Noel Brown, ex-diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU:
“Se a tendência atual não é invertida, pelo ano 2000 (sic!) nações inteiras serão apagadas da face da terra pelo crescida dos níveis dos mares devido ao aquecimento global. As enchentes costeiras e o quebra das safras provocarão êxodos de “eco-refugiados” que ameaçarão pôr em caos a política”.

David Graber, do U.S. National Park Services:

David Graber, do U.S. National Park Services:
“Nós viramos uma praga para nós mesmos e para a Terra. É cosmicamente improvável que o mundo desenvolvido opte acabar com a orgia de consumo de energia fóssil, e que o Terceiro Mundo abandone seu consumo suicida da natureza. Enquanto o Homo Sapiens não voltar ao estado de natureza, para alguns de nós só fica aguardar o vírus certo para ficarmos sozinhos.”

Carlos Walter Porto-Gonçalves

Carlos Walter Porto-Gonçalves
a questão ecológica é fundamental no debate sobre Reforma Agrária (...) O aquecimento global acaba criando uma oportunidade fantástica (...) O campesinato, assim como as populações indígenas passam a adquirir um papel central no debate sobre o futuro da humanidade. Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo.

Al Gore, Prêmio Nobel pela pregação ambientalista

Al Gore, Prêmio Nobel pela pregação ambientalista
“Muitos cientistas estão alertando agora que nós estamos nos aproximando de vários ‘pontos de virada’ que poderiam — num período brevíssimo de 10 anos — tornar impossível impedirmos danos irreversíveis na habitabilidade do planeta para a civilização humana.” Discurso na New York University Law School (18/09/06)

Barack Hussein Obama, presidente dos EUA:

Barack Hussein Obama, presidente dos EUA:
“Os EUA – e o mundo ‒ enfrentam poucos desafios mais urgentes do que combater a mudança climática (...). A ciência já deixou atrás a discussão e os fatos são claros. Os nível dos mares está subindo. As praias estão encolhendo. Vemos secas recorde, crescentes fomes, tempestades mais fortes cada vez que vem a estação dos furacões.” Discurso para governadores e mais de 600 ambientalistas de todo o mundo, novembro 2008.

Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford:

Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford:
“Isso, naturalmente, implica a obtenção de muita cobertura da mídia. Portanto, temos que oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter”.

Clube de Roma, profetizou que o petróleo acabaria em 1980:

Clube de Roma, profetizou que o petróleo acabaria em 1980:
“Procurando um novo inimigo que nos unisse nós chegamos à idéia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a falta de água, a fome e coisas do gênero fariam o serviço... Todos esses perigos são provocados pela intervenção humana... então, o inimigo real é a humanidade ela própria... um adversário comum para realizar o governo mundial. Não importa se este inimigo comum é real ou … se a gente o inventa para servir no caso.”

Paul Ralph Ehrlich, professor da Universidade Stanford:

Paul Ralph Ehrlich, professor da Universidade Stanford:
“Fornecer energia abundante e barata à sociedade equivaleria a dar uma metralhadora a uma criança idiota.”

David Foreman, co-fundador de Earth First!:

David Foreman, co-fundador de Earth First!:
“Nós devemos transformar isto num lugar inseguro e inóspito para os capitalistas e seus projetos. Devemos contestar as estradas e a extensão das terras cultivadas, parar a construção de barragens, denunciar os danos das barragens existentes, libertar os rios represados e devolver à vida selvagem milhões de acres de terra atualmente explorados.”

James Hansen, diretor do Instituto Goddard, da NASA:

James Hansen, diretor do Instituto Goddard, da NASA:
"Os executivos chefes de grandes companhias de petróleo deveriam ser processados por graves crimes contra a humanidade e contra a natureza”.Hansen acusava-os deespalhar ativamente a dúvida sobre o aquecimento global da mesma maneira que as empresas de tabaco confundem as relações entre fumo e câncer.

Senador Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado:

Senador Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado:
“O carvão nos deixa doente. O petróleo nos deixa doente. É o aquecimento global. Está arruinando nosso país. Está arruinando nosso mundo”.

Monika Kopacz, pesquisadora e ativista:

Monika Kopacz, pesquisadora e ativista:
“Só o exagero sensacional cria o caso que vai atrair a atenção dos políticos e dos leitores. Então, sim, os climatólogos podem exagerar, mas no mundo de hoje essa é a única forma de garantir qualquer ação política e, mais ainda, mais verbas federais”.

Louis Proyect da Universidade Columbia:

Louis Proyect da Universidade Columbia:
“A resposta ao aquecimento global é a abolição da propriedade privada(…) Um mundo socialista daria uma prioridade enorme as fontes de energia alternativas. Isto é o que os socialistas voltados para a ecologia estão agora explorando detidamente.”

Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton:

Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton:
“Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde estão”.

Ted Turner, bilionário fundador da CNN:

Ted Turner, bilionário fundador da CNN:
“O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.”

James Lovelock, teorizador da Terra como ser vivo ou Gaia:

James Lovelock, teorizador da Terra como ser vivo ou Gaia:
“Temos bocas de mais para alimentar e o inverno se aproxima. Se acontecer o aumento da temperatura que eu prevejo de 6 a 8°C, a civilização poderia estar ameaçada: nós veremos uma extinção em massa das espécies, a agricultura ficará impossível em boa parte do globo. Não haverá alimentos suficientes, haverá conflitos, a humanidade concentrar-se-á em volta das regiões polares”. Livro “A Vingança de Gaia”.

José Bové: ativista “verde” altermundialista e anticapitalista:

José Bové: ativista “verde” altermundialista e anticapitalista:
“A ecologia não é compatível com o capitalismo. Todas as ideologias produtivistas fracassaram (...) com o aquecimento climático que se acelera. (...) Nós temos necessidade de virar as costas para o modelo produtivista agrícola que eliminou milhões de camponeses, destruiu a qualidade dos alimentos e depredou o meio ambiente.” Le Monde, 23.6.09

Science Daily: derretimento da Antártida submergirá Washington D.C., New York, Florida e Califórnia

Science Daily: derretimento da Antártida submergirá Washington D.C., New York, Florida e Califórnia
“A catastrófica ascensão do nível do mar, atingirá quase 6,3 metros em locais como Washington D.C., disseram cientistas, submergindo-os largamente. Muitas áreas costeiras seriam devastadas. Boa parte da Florida desapareceria segundo pesquisadores da Universidade do Estado de Oregon. (...) Haverá muita água adicional, especialmente em áreas altamente povoadas como Washington, D.C., New York City, e a costa da Califórnia.”

Jacques Attali, ex-presidente Banco Europeu para a Reconstrução:

Jacques Attali, ex-presidente Banco Europeu para a Reconstrução:
“a transformação do clima, piorada ou não pela atividade humana, poderia ter em curto prazo conseqüências mortais para a espécie humana: liberandobactérias contidas na tundra siberiana ou poços de metano que se estenderiam sobre o planeta como uma nuvem asfixiante. Alguns cientistas até predizem a data da catástrofe: 2012.” Blog “Conversation avec Jacques Attali”.

Rowan Williams, arcebispo anglicano de Cantuária:

Rowan Williams, arcebispo anglicano de Cantuária:
“Nós devemos apoiar a coerção do governo para adotar acordos internacionais e limitar a velocidade nas estradas se nós queremos que a economia global não entre em colapso e milhões, bilhões de pessoas não morram”.

Pravda usa matéria do blog brasileiro

Fonte: VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO


O “Pravda” de Moscou encheu 3 páginas web com matéria tirada sem licença de nosso blog (do blog VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO em 1, 2, 3). Poderes como o Kremlin esquadrinham o debate ecológico no Brasil, cientes que dele dependem o mundo e a religião do III milênio.

Babel do Clima: confusão das línguas e “luta de classes”

Fonte: VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009



Tínhamos a intenção de, ao longo da Conferência de Copenhague, ir postando apanhados das informações relevantes publicadas na Internet e na imprensa escrita de São Paulo.

Para nossa decepção, isso tornou-se impossível. Não por falta de informação, mas pelo caos e balbúrdia que domina essa Conferência.

Enquanto redigíamos este post recebíamos mais uma notícia neste sentido cujo titular é: “Copenhague dominada pela tensão em um ambiente de caos”, daAFP. O conteúdo batia na tecla de muitos outros despachos de imprensa:
“os ministros trabalham num ambiente caótico para esboçar um acordo mundial contra o aquecimento climático. No reinício das conversações em sessão plenária, a Índia denunciou o clima de caos reinante, Tuvalu comparou a conferência ao Titanic e o Brasil protestou à presidência dinamarquesa porque o chefe de sua delegação ficou preso nos controles de segurança. Pelo menos 170 pessoas foram detidas durante a manhã nos arredores do Bella Center, sede da Conferência da ONU. A estação de metrô junto ao centro de conferências está fechada e restrições foram impostas à entrada de representantes das ONGs.”


Na realidade, esse caos mental e seus subprodutos de desordem eram inevitáveis.

Afinal 22.000 pessoas concentradas enquanto lá fora faz um frio excepcional para discutir um “aquecimento global” que ninguém sabe ao certo no que é que consiste só podia dar em confusão.

Um exemplo disso. Recém chegada a Copenhague para chefiar a delegação brasileira na COP-15,Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, declarou na abertura de um evento sobre a Amazônia que “o meio ambiente é um obstáculo ao desenvolvimento sustentável.”

O meio ambiente é um obstáculo ao desenvolvimento sustentável”: ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Foto de novembro, após reunião com presidente Lula sobre Conferência de Copenhague Foto Antônio Cruz-ABr


Talvez tentando uma cortesia para nosso ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, Dilma disse que um dos programas dos quais o ministro falava não tinha “nada a ver” com o que fora perguntado.

O governador José Serra (PSDB-SP) e a senadora Marina Silva (PV-AC) propuseram que o Brasil contribuísse com US$ 1 bilhão para um fundo de combate à mudança climática. Mas a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) reagiu: “US$ 1 bilhão não faz nem cosquinha”.

É verdade que ao lado das cifras mirabolantes que estão em jogo em Copenhague “US$ 1 bilhão não faz nem cosquinha”, mas também é muito verdadeiro que é muito dinheiro ‒ pelo menos para quem não freqüenta os salões políticos. Esse bilhão em mãos honradas poderia trazer muito alívio a muitos necessitados no País, em vez de gastá-lo num infrutífero “combate à mudança climática”, i. é, as sempre instáveis chuva e bom tempo.

A senadora Marina Silva (PV-AC) teve propósitos genéricos não menos remarcáveis. “Acho que é uma causa tão nobre salvar o planeta”, disse ela.

Realmente seria algo muito nobre se a salvação dependesse do homem. Mas a realidade primária mostra que o homem precisaria atingir uns patamares de auto-grandeza inimagináveis para poder “combater a mudança climática”, e ainda por cima “salvar o planeta”.

Sem dúvida, um pouco de ordem e inteligência no governo dos países poderia trazer melhorias importantes à vida no planeta que todos desejamos.

Mas nessa confusão e auto-elevação às nuvens das própria capacidades que domina a reunião de Copenhague, nada de positivo ou realista pode sair.

A senadora agiu de modo mais congruente participando em eventos do Klimaforum, assembléia paralela que reúne os líderes “verdes” do mundo. Em torno do Klimaforum montam-se as badernas que estão assolando a cidade e provocado centenas de prisões.

Nesses ambientes “aquecidos” pelo radicalismo ou fanatismo, haveria ao menos alguma coerência ou “consenso” sobre o famigerado “aquecimento global” que é o ponto de partida desta universal confusão das línguas?

Lord Monckton ‒ no nosso blog podem-se encontrar muitas de suas posições ‒ entrevistou britanicamente ativistas de Greenpeace nas ruas.

É até engraçado. Ele fez perguntas sérias, ponderadas, científicas e os ambientalistas não foram capazes de responder à mais simples das indagações!

Ignorância, asneiras, e na maior parte dos casos silêncios perplexos... As cenas são de sair do sério, por isso preferimos reproduzir o clip a continuação.
O Commitee for a constructive tomorrow entrevistou manifestantes comunistas que pediam “salvar o planeta”. Neste caso, as respostas foram pelo menos coerentes: a grande preocupação é liquidar o capitalismo e implantar o socialismo ou o comunismo com o pretexto do “aquecimento global”, “salvação do planeta”, etc.

E aqui apalpa-se o fundo da Babel de Copenhague: um cenário em que a velha luta marxista de classes de “ricos contra pobres” renasce sob vestes de ambientalismo.

O vermelho de Lenine tingido de verde; a “vanguarda do proletariado” bancando de “ambientalismo”; a luta contra o burguesia em nome da redução das emissões de CO2; e a determinação política de destruir a ordem ocidental...

Bem disseram os Prof.s Luiz Carlos Molion e Evaristo Eduardo de Miranda no Canal Livre: em Copenhague não se discute ciência alguma, mas política.

Porém, lá está se jogando o futuro do mundo. Não o do clima que vai continuar com seus ciclos próprios independentes da atividade humana.

O que está se jogando é o governo dos homens que amanhã podem acordar sob uma ditadura do tipo soviético ou cubano ‒ entre nós com um condimento de CEBs e Teologia da Libertação ‒, porém pintada por fora de verde.
 

Justiça deixa o caminho livre para Gratz ser candidato

Fonte: A GAZETA

17/12/2009 - 00h00 (Outros - A Gazeta)


Isabela Bessa
ibessa@redegazeta.com.br


O ex-deputado estadual José Carlos Gratz (PSL) está livre e desempedido para se candidatar às eleições de 2010. Uma decisão do desembargador Carlos Roberto Mignone, do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), suspendeu os efeitos de uma sentença até então irrecorrível – transitada em julgado – da 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Vitória, que tornava Gratz inelegível até 2017.


A condenação foi dada em maio no processo em que o ex-presidente da Assembleia Legislativa e o ex-diretor André Nogueira, entre outros, são acusados de desviar verbas por meio da contratação de seguro predial superfaturado. A defesa de Gratz chegou a apresentar recurso, mas, como não houve o pagamento das taxas judiciais dentro do prazo, ele foi declarado “deserto por falta de preparo”. Ou seja, para a Justiça, é como se ele não tivesse recorrido. Até então, a sentença condenatória havia se tornado definitiva em 24 de junho.


Mas o desembargador, membro da 4ª Câmara Cível, concedeu duas decisões, em requerimentos diferentes, reconhecendo a elegibilidade de Gratz. No primeiro pedido, no qual a defesa do ex-deputado tentava combater a deserção da apelação, Mignone manteve, em setembro, o posicionamento do juiz da 2ª Vara de recusar o recurso, por não ter sido recolhido o pagamento. Ele confirmou que a apelação apresentada por Gratz não interrompia a contagem dos prazos, entretanto avaliou também que o juiz “laborou em equívoco ao determinar a certificação do trânsito em julgado”.


Posteriormente, a defesa de Gratz apresentou ao TJES outro agravo, solicitando, desta vez, a reversão da sentença definitiva. No processo, também distribuído a Carlos Roberto Mignone, o desembargador suspendeu em 20 de outubro os efeitos da condenação, o que inclui o cancelamento da comunicação de inelegibilidade já feita à Justiça Eleitoral. O magistrado justifica que o juiz da 2ª Vara não poderia tornar a sentença definitiva, encerrar o processo e aplicar os efeitos da condenação. Ele teria que aguardar o julgamento do recurso, mesmo que um recurso da defesa não tivesse força de paralisar os prazos do processo.


“A concretização dos efeitos da decisão recorrida suprime a cidadania do agravante (Gratz), tolhendo-lhe antecipada e prematuramente o direito de participação política, garantia fundamental”, destacou o desembargador.


Além da inelegibilidade por oito anos, a decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública estabelece o ressarcimento em R$ 435.685,54, mais juros e correção monetária desde a data do pagamento indevido do seguro e multa de R$ 871.371,08, duas vezes o valor do dano. Juntos, os condenados deverão pagar mais R$ 1 milhão por danos morais. Nesse mesmo processo, na esfera criminal, Gratz obteve sua primeira condenação, em 2005, mas tramitam recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF).

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Armas da liberdade

Armas da liberdade

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 17 de dezembro de 2009

http://www.olavodecarvalho.org/semana/091217dc.html

A coisa mais óbvia, na análise da História e da sociedade, é que, quando a situação muda muito, você já não pode descrevê-la com os mesmos conceitos de antes: tem de criar novos ou aperfeiçoar criticamente os velhos, para dar conta de fatos inéditos, não enquadráveis nos gêneros conhecidos.

É patético observar como, já em plena fase de implantação do governo mundial, os analistas políticos, na universidade ou na mídia, continuam oferecendo ao público análises baseadas nos velhos conceitos de ´"Estado nacional", "poder nacional", "relações internacionais", "livre comércio", "democracia", "imperialismo", "luta de classes", "conflitos étnicos" etc., quando é claro que nada disso tem grande relação com os fatos do mundo atual.

Os acontecimentos mais básicos dos últimos cinqüenta anos são: primeiro, a ascensão de elites globalistas, desligadas de qualquer interesse nacional identificável e empenhadas na construção não somente de um Estado mundial mas de uma pseudocivilização planetária unificada, inteiramente artificial, concebida não como expressão da sociedade mas como instrumento de controle da sociedade pelo Estado; segundo, os progressos fabulosos das ciências humanas, que depositam nas mãos dessas elites meios de dominação social jamais sonhados pelos tiranos de outras épocas.

Várias décadas atrás, Ludwig von Bertalanffy (1901-1972), o criador da Teoria Geral dos Sistemas, ciente de que sua contribuição à ciência estava sendo usada para fins indevidos, já advertia: "O maior perigo dos sistemas totalitários modernos é talvez o fato de que estão terrivelmente avançados não somente no plano da técnica física ou biológica, mas também no da técnica psicológica. Os métodos de sugestionamento em massa, de liberação dos instintos da besta humana, de condicionamento ou controle do pensamento desenvolveram-se até alcançar uma eficicácia formidável: o totalitarismo moderno é tão terrivelmente científico que, perto dele, o absolutismo dos períodos anteriores aparece como um mal menor, diletante e comparativamente inofensivo."


Em L'Empire Écologique: La Subversion de l'Écologie par le Mondialisme (1998), Pascal Bernardin explicou em maiores detalhes como a Teoria Geral dos Sistemas vem servindo de base para a construção de um sistema totalitário mundial, que nos últimos dez anos, definitivamente, saiu do estado de projeto para o de uma realidade patente, que só não vê quem não quer. Mas von Bertalanffy não se referia somente à sua própria teoria. Ele fala de "métodos", no plural, e o cidadão comum das democracias nem pode fazer uma idéia da pletora de recursos hoje postos à disposição dos novos senhores do mundo pela psicologia, pela sociologia etc. Se von Bertalanffy tivesse de citar nomes, não omitiria o de Kurt Levin, talvez o maior psicólogo social de todos os tempos, cujo Instituto Tavistock, em Londres, foi constituído pela própria elite global em 1947 com a finalidade única de criar meios de controle social capazes de conciliar a permanência da democracia jurídica formal com a dominação completa do Estado sobre a sociedade.


Só para vocês fazerem uma idéia de até onde a coisa chega, os programas educacionais de quase todas as nações do mundo, em vigor desde há pelo menos vinte anos, são determinados por normas homogêneas diretamente impostas pela ONU e calculadas não para desenvolver a inteligência ou a consciência moral das crianças, mas para fazer delas criaturas dóceis, facilmente amoldáveis, sem caráter, prontas a aderir entusiasticamente, sem discussão, a qualquer nova palavra-de-ordem que a elite global julgue útil aos seus objetivos. Os meios usados para isso são técnicas de controle "não aversivas", concebidas para fazer com que a vítima, cedendo às imposições da autoridade, sinta fazê-lo por livre vontade e desenvolva uma reação imediata de defesa irracional à simples sugestão de examinar criticamente o assunto. Seria um eufemismo dizer que a aplicação em massa dessas técnicas "influencia" os programas de educação pública: elas são todo o conteúdo da educação escolar atual. Todas as disciplinas, incluindo matemática e ciências, foram remoldadas para servir a propósitos de manipulação psicológica. O próprio Pascal Bernardin descreveu meticulosamente o fenômeno em Machiavel Pédagogue (1995). Leia e descobrirá por que seu filho não consegue resolver uma equação de segundo grau ou completar uma frase sem três solecismos, mas volta da escola falando grosso como um comissário do povo, cobrando dos pais uma conduta "politicamente correta".


A rapidez com que mutações repentinas de mentalidade, muitas delas arbitrárias, grotescas e até absurdas, se impõem universalmente sem encontrar a menor resistência, como se emanassem de uma lógica irrefutável e não de um maquiavelismo desprezível, poderia ser explicada pelo simples adestramento escolar que prepara as crianças para aceitar as novas modas como mandamentos divinos.


Mas evidentemente a escola não é a única agência empenhada em produzir esse resultado. A grande mídia, hoje maciçamente concentrada nas mãos de mega-empresas globalistas, tem um papel fundamental na estupidificação das massas. Para isso, uma das técnicas de emprego mais generalizado hoje em dia é a dissonância cognitiva, descoberta do psicólogo Leon Festinger (1919-1989). Vejam como a coisa funciona. Se vocês lerem os jornais americanos de hoje, saberão que Tiger Woods, o campeão de golfe, um dos cidadãos americanos mais queridos dos últimos tempos, está agora sob bombardeio cerrado dos jornais e noticiários de TV porque descobriram que o coitado tinha umas amantes. Escândalo! Horror! A indignação geral ameaça cortar metade dos patrocínios do adúltero e excluí-lo do rol das "pessoas maravilhosas" que aparecem em anúncios de tênis, chicletes e dietas miraculosas. Mas há um detalhe: ao lado dos protestos contra a imoralidade do esportista aparecem ataques ferozes aos "extremistas de direita" que não aceitam o abortismo, o casamento gay ou a indução de crianças à deleitação sexual prematura. Os dois códigos morais, mutuamente contraditórios, são oferecidos em simultaneidade, como igualmente obrigantes e sacrossantos. Excitado e impelido a todos os desmandos sexuais, mas ao mesmo tempo ameaçado decharacter assassination caso venha a praticá-los mesmo em dose modesta, o cidadão angustiado reage por uma espécie de colapso intelectual, tornando-se um boboca servil que já não sabe orientar-se a si mesmo e implora por uma voz de comando. O comando pode ser oco e sem sentido, como por exemplo "Change!", mas, quando vem, soa sempre como um alívio.


Acusar os cientistas por esse estado de coisas é tão idiota quanto jogar nas armas a culpa dos homicídios. Homens como von Bertalanffy, Levin e Festinger criaram instrumentos que podem servir tanto para a construção da tirania quanto para a reconquista da liberdade. Nós é que temos a obrigação de tirar essas armas das mãos de seus detentores monopolísticos, e aprender a usá-las com signo invertido, libertando o nosso espírito em vez de permitir que o escravizem.

Verdade Inconveniente : Al Gore Mente Descaradamente em Copenhague

Fonte: A NOVA ORDEM MUNDIAL
TUESDAY, 15 DECEMBER 2009



Existem muitos tipos de verdade. Al Gore teve ontem que encarar uma muito incoveniente.


O ex-vice-presidente americano, que se tornou uma figura improvável para o movimento verde após narrar o documentário vencedor do Oscar "Uma Verdade Inconveniente", se enrolou ontem em uma nova polêmica.


Al Gore, falando na Conferência de Copenhague sobre a mudança climática, afirmou que uma recente pesquisa mostrou que o Ártico poderia ficar totalmente sem gelo dentro de cinco anos.


Em seu discurso, Gore afirmou na conferência: "Estes números são fresquinhos. Alguns dos modelos sugerem ao Dr. [Wieslav] Maslowski que há 75 por cento de chance de que toda a calota polar do ártico poderá, durante os meses de verão, ficar completamente sem gelo dentro de cinco a sete anos."


No entanto, o climatologista, cujo trabalho Al Gore se baseou deixou Al Gore em uma situacão delicada.


"Não sei como ele chegou neste valor", Dr. Lapenda afirmou. "Eu nunca tentaria estimar a probabilidade de qualquer coisa de forma tão precisa."


O gabinete de Al Gore admitiu mais tarde que os 75 por cento foi uma figura utilizada pelo Dr. Maslowksi como uma figura da estimativa" há vários anos em uma conversa com o Al Gore.


Um erro constrangedor que lanca mais mais uma sombra negra sobre sobre a conferência, que já sofre com a controvérsia dos e-mails da Universidade de East Anglia, que mostra como os cientistas haviam manipulado registros de temperaturas para fortalecer seu argumento de que as atividades humanas estariam causando o aquecimento global.

A imprensa brasileira para variar, continua dormindo. Enquanto o jornal o globo noticiou a mentira de Al Gore como a mais pura verdade, nenhum veículo reportou o desmentido pelo cientista.


Fontes: